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  <title>Bear Blog Trending Posts</title>
  <updated>2026-09-17T05:32:06.379109+00:00</updated>
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    <name>Bear Blog</name>
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  <subtitle>Trending posts on Bear Blog</subtitle>
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    <title>Amar em tempos de crise</title>
    <updated>2026-09-16T14:52:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>semdominio</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;O São Paulo Futebol Clube é um time de tantas glórias que parece não conhecer algo como uma “época ruim”, um “período de crise”. Hoje, vive um dos piores momentos da sua história, momentos estes que os seus principais rivais paulistas já viveram, em um passado mais distante ou mais recente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É fácil amar o nosso time quando tudo vai bem, quando enchemos as salas de taças e ninguém nos mete medo em uma partida de futebol. Ontem, durante o primeiro tempo, o time do São Paulo parecia &lt;em&gt;ter medo&lt;/em&gt; de ganhar do Boca Juniors, mesmo com a nossa casa lotada com 55 mil torcedores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu poderia falar que o jogo foi roubado pra caramba, que o juiz estava, digamos, “inspirado” pelo futebol argentino, que o impedimento do gol de Ryan Francisco é duvidoso, uma vez que não foi traçado pela tecnologia semiautomática, mas a verdade mesmo é que o São Paulo não fez por onde. Dos 180 minutos, jogou no máximo 90, porque o segundo tempo na Bombonera e o primeiro tempo no Morumbi foram péssimos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dorival Júnior, o técnico tricolor, tentou. Montou, no segundo tempo, um time mais pra frente. Tomamos um gol com a nossa defesa completamente ausente. Depois de alguns minutos, novas substituições, e o São Paulo ficou composto praticamente só por atacantes. Quem fez o nosso gol da misericórdia foi o zagueiro Domingos Duarte. É, não ia dar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nossa crise é mais do que tática, técnica, física, médica, financeira, política. Vivemos uma crise moral, em todos os setores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ontem, diante do desempenho do time em campo, a torcida tricolor achou que a melhor saída era se aproveitar das vozes de 55 mil torcedores e utilizá-las para vaiar o time no meio da partida. Isso é uma coisa que eu não consigo entender. Usamos o nosso mando de campo contra nós mesmos. Já disse &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/tem-gaviao-em-sao-paulo/'&gt;aqui&lt;/a&gt; que temos muito a aprender com os nossos conterrâneos corinthianos. Penso que esse é um dos aspectos. Depois do jogo, vaiamos e mandamos para o diabo. Mas, durante a partida, isso mais atrapalha do que ajuda. Quem é que se motiva com uma vaia do seu próprio aliado? Só aqueles que são muito fortes de espírito. É melhor não arriscar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do ponto de vista do time, vemos que não há proposta nenhuma. Qual é o estilo de jogo do São Paulo? O estilo que dá! Qual é o time titular do São Paulo? O que o banco permite!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do ponto de vista da instituição... aí é duro. O São Paulo parece um gigante prestes a desmoronar, em pé apenas por conta dos esforços de homens que parecem minúsculos diante do tamanho do problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parece mais fácil amar um time quando ele tem um departamento médico referência no mundo todo, quando se consagra campeão brasileiro, sul-americano e mundial tantas vezes seguidas. É mais fácil amar Luís Fabiano, Rogério Ceni, Cicinho, Lugano, Kaká, Mineiro, Miranda, Dagoberto, Hernanes, Lucas Moura, Adriano Imperador, Leandro Guerreiro, o grandioso Muricy Ramalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem são, afinal, os nossos heróis nos tempos de crise? Para quem juraremos as nossas juras de amor eterno?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mim, os primeiros nomes que me vêm à mente são: Luciano, Calleri e Rafael&lt;sup class="footnote-ref" id="fnref-1"&gt;&lt;a href="#fn-1"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Nessa última semana, os três jogadores tiraram dinheiro do próprio bolso para pagar o salário atrasado dos companheiros, visando jogar de maneira “despreocupada” contra o Boca Juniors, na noite de ontem. De um ponto de vista, podemos imaginar que não lhes cabia tomar essa dívida para si. De outro, podemos dizer que valeu o esforço, mas não deu mesmo assim. Vejam como o problema é também moral, ético, quase espiritual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas Luciano (sempre ele!) nos mostra, mais uma vez, que o caminho do São Paulo sempre foi e sempre será o caminho do amor. Mesmo depois de afirmar que nunca recebeu um salário em dia durante os 6 anos em que trabalhou para o clube, se emociona ao dizer as seguintes palavras: “Muitos jogadores vêm pro São Paulo porque querem vestir essa camisa, querem estar aqui. E eu quero estar aqui.” O repórter finaliza: “Luciano, um caso de amor declarado ao tricolor”&lt;sup class="footnote-ref" id="fnref-2"&gt;&lt;a href="#fn-2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Afinal, não são justamente esses os votos de casamento mais conhecidos do mundo: “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe”?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São Paulo, é famoso o fato de o nosso hino cantar todas as nossas glórias. Os rivais brincam, dizendo que elas estão no passado. Mas o nosso hino diz também outra coisa que é talvez até mais importante: nós somos um &lt;em&gt;clube bem amado&lt;/em&gt;. Por favor, voltemos para onde tudo isso começa: no coração do são-paulino, sempre perdidamente apaixonado. Tenho certeza que ali reencontraremos aquela “verdade originária”: é impossível não amar você.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="display:flex; justify-content:center;"&gt;
&lt;iframe
src="https://www.youtube.com/embed/QhrR42ecAT8?si=5EUGuZ-O7lafu08c"
style="width:100%; max-width:560px; aspect-ratio:16/9;"
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&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quer comentar esse texto?&lt;/strong&gt; Dê um alô no &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/guestbook/'&gt;Guestbook&lt;/a&gt; do blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/manha-de-terca/'&gt;Anterior&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para escrever para mim, clique &lt;a href='https://letterbird.co/garota-30anos' target='_blank'&gt;aqui&lt;/a&gt;. Caso aguarde uma resposta, verifique também a sua caixa de spam.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;section class="footnotes"&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li id="fn-1"&gt;&lt;p&gt;E Hernanes, que participou da época gloriosa e da má fase de maneira igualmente decisiva. Há também outros, com certeza, mas no momento em que escrevo essas palavras estou ainda na ressaca do jogo de ontem.&lt;a href="#fnref-1" class="footnote"&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li id="fn-2"&gt;&lt;p&gt;Luciano, em entrevista para o SBT depois da eliminação do São Paulo para o Boca Juniors. Disponível em: &lt;a href='https://www.youtube.com/watch?v=QhrR42ecAT8'&gt;https://www.youtube.com/watch?v=QhrR42ecAT8&lt;/a&gt;&lt;a href="#fnref-2" class="footnote"&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/section&gt;
</content>
    <link href="https://semdominio.bearblog.dev/amar-em-tempos-de-crise/"/>
    <published>2026-09-16T14:52:00+00:00</published>
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    <id>https://th.blog.br/por-tras-do-veu-do-realismo-capitalista/</id>
    <title>por trás do véu do realismo capitalista</title>
    <updated>2026-09-14T16:30:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>thblog</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/thblog/image-292.webp" alt="imagem" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou escrevendo isso enquanto aguardo pra ser atendido e cancelar meu provedor de internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As palavras do Mark Fisher vêm à mente nessa experiência. Segundo ele, o &lt;em&gt;realismo&lt;/em&gt; funciona como um véu que cobre a realidade. Como a fantasia Lacaniana, o &lt;em&gt;realismo&lt;/em&gt; protege o sujeito do real insuportável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há certas experiências que nos permitem vislumbrar o que está por trás do véu. Muitas delas acontecem quando &lt;em&gt;algo dá errado&lt;/em&gt; no ciclo de realização do Capital. Algum defeito de fabricação, algum problema na prestação de um serviço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, após ler o &lt;em&gt;Realismo Capitalista&lt;/em&gt; anos atrás, tive uma viagem de avião interestadual. Na volta, teve um atraso que me fez perder a conexão no GRU.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resolução desse impasse foi um vislumbre por trás do véu. Eu desembarquei no terminal 2 do GRU, aquele mais novo e glamuroso. Lá onde o grande capital circula, as maiores lojas, os voos internacionais. Aqui tudo é parte do realismo. Tudo aqui "parece real" pra nos convencer de que as coisas funcionam e a vida é boa assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fui instruído a ir para o terminal 1 do GRU, após perguntar para vários atendentes como resolveria a situação. A ida para o terminal 1 já foi adentrando o véu. Era um ônibus interno do aeroporto que tinha que pegar. Um ônibus tudo fudido, lotado, mal cabia as malas, mal dava pra descer no ponto certo sem se espremer por todo mudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No terminal 1, chego num guichê específico que lida com os problemas. Um lugar meio escondido, mal iluminado, com uma fila de clientes mal-humorados e funcionários cansados. Mas ei, aqui no th.blog.br não se esculacha trabalhadores. Não estou culpando os funcionários cansados; estou falando da estrutura que os deixa cansados assim e inaptos a prestar um bom atendimento. O ambiente também adoece, e era gritante o contraste entre um terminal e outro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me deram uma resolução meia-boca, um voucher de 100 reais pelo transtorno. Depois desse impasse, saí de dentro do véu e voltei para o realismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, cancelando a internet, estou há 30 minutos ouvindo uma música terrível da sala de espera. Não é possível que um ser humano tenha ouvido esse som e tenha pensado &lt;em&gt;puts, que som bacana, vou colocar pra alguém ouvir por horas seguidas&lt;/em&gt;. Enfim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa é outra experiência que mostra que, na hora de realizar o capital, teremos todo o glamour. Pra assinar uma internet hoje em dia se faz pelo site. Rápido, fácil, chegam os técnicos pra fazer a instalação sem demora nenhuma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deu um problema? Precisou cancelar? Essas operações não realizam capital. Não geram lucro. Aí, meu amigo ou minha amiga, vai ser quando vamos ter um vislumbre do véu do realismo. As empresas dizem que prezam pela qualidade do atendimento, até dar algo errado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você vai se sentir caindo nas burocracias kafkianas. Vai estar pedindo pra pelo amor de deus alguém resolver seu problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dependendo do tamanho do problema, sua única opção pode ser tentar um reclame aqui. Sabe pq funciona? Porque TALVEZ o reclame aqui atrapalhe na realização de capital futura. Então vão te ajudar não pq é o certo, mas pq se não ajudarem eles ficam com uma nota ruim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrevi por uns 30 minutos já, continua tocando a maravilhosa música do atendimento, nem sinal de uma alma viva. Me desejem sorte, um abraço!&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;Ah, tem mais um post sobre esse tema aqui: &lt;a href='https://th.blog.br/tem-capitalismo-ate-depois-da-morte-filmes-da-semana-2/' target='_blank'&gt;Tem capitalismo até depois da morte? Filmes da semana #2&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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    <link href="https://th.blog.br/por-tras-do-veu-do-realismo-capitalista/"/>
    <published>2026-09-14T16:30:00+00:00</published>
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    <id>https://viveremuitoperigoso.bearblog.dev/entre-a-abundancia-e-a-escassez-do-tempo/</id>
    <title>Entre a abundância e a escassez do tempo</title>
    <updated>2026-09-16T04:58:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>viveremuitoperigoso</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Vivo entre a abundância e a escassez do tempo. Na minha cabeça, sempre há tempo para fazer tudo o que ainda quero fazer neste ano. No entanto, quando começo de fato a colocar em prática tudo o que pretendo fazer, a ficha começa a cair e eu percebo que talvez eu não consiga ou não tenha tempo para realizar tudo que quero. Em outras palavras, no campo do planejamento acredito que eu consigo dar conta de tudo; na prática, eu percebo que vou ter que me esforçar muito para efetivamente fazer tudo o que pretendo. Parece que eu estou dando voltas com esse texto. Mas é exatamente isso que está acontecendo comigo. E é aí que a minha ansiedade ataca com força. Perco a minha paz e deixo algumas atividades para o outro dia, acreditando que amanhã eu vou mudar completamente e vou conseguir dar conta de tudo. Isso alivia a minha ansiedade até o próximo dia... aí eu tento colocar em prática os meus planos e a ansiedade ataca novamente. Já deu pra entender, certo? Hoje eu não realizarei nada; mas amanhã será diferente. Amanhã eu serei outro. Amanhã eu conquistarei tudo o que quero. Hoje não. AMANHÃ!&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã...&lt;br /&gt;
Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,&lt;br /&gt;
E assim será possível; mas hoje não...&lt;br /&gt;
Não, hoje nada; hoje não posso.&lt;br /&gt;
A persistência confusa da minha subjectividade objectiva,&lt;br /&gt;
O sono da minha vida real, intercalado,&lt;br /&gt;
O cansaço antecipado e infinito,&lt;br /&gt;
Um cansaço de mundos para apanhar um eléctrico...&lt;br /&gt;
Esta espécie de alma...&lt;br /&gt;
Só depois de amanhã...&lt;br /&gt;
Hoje quero preparar-me,&lt;br /&gt;
Quero preparar-me para pensar amanhã no dia seguinte...&lt;br /&gt;
Ele é que é decisivo.&lt;br /&gt;
Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos...&lt;br /&gt;
Amanhã é o dia dos planos.&lt;br /&gt;
Amanhã sentar-me-ei à secretária para conquistar o mundo;&lt;br /&gt;
Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã...&lt;br /&gt;
Tenho vontade de chorar,&lt;br /&gt;
Tenho vontade de chorar muito de repente, de dentro...&lt;br /&gt;
Não, não queiram saber mais nada, é segredo, não digo.&lt;br /&gt;
Só depois de amanhã...&lt;br /&gt;
Quando era criança o circo de domingo divertia-me toda a semana.&lt;br /&gt;
Hoje só me diverte o circo de domingo de toda a semana da minha infância...&lt;br /&gt;
Depois de amanhã serei outro,&lt;br /&gt;
A minha vida triunfar-se-á,&lt;br /&gt;
Todas as minhas qualidades reais de inteligente, lido e prático&lt;br /&gt;
Serão convocadas por um edital...&lt;br /&gt;
Mas por um edital de amanhã...&lt;br /&gt;
Hoje quero dormir, redigirei amanhã...&lt;br /&gt;
Por hoje qual é o espectáculo que me repetiria a infância?&lt;br /&gt;
Mesmo para eu comprar os bilhetes amanhã,&lt;br /&gt;
Que depois de amanhã é que está bem o espectáculo...&lt;br /&gt;
Antes, não...&lt;br /&gt;
Depois de amanhã terei a pose pública que amanhã estudarei.&lt;br /&gt;
Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.&lt;br /&gt;
Só depois de amanhã...&lt;br /&gt;
Tenho sono como o frio de um cão vadio.&lt;br /&gt;
Tenho muito sono.&lt;br /&gt;
Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã...&lt;br /&gt;
Sim, talvez só depois de amanhã...&lt;br /&gt;
O porvir...&lt;br /&gt;
Sim, o porvir...&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;(ADIAMENTO - Álvaro de Campos)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
</content>
    <link href="https://viveremuitoperigoso.bearblog.dev/entre-a-abundancia-e-a-escassez-do-tempo/"/>
    <published>2026-09-16T04:58:00+00:00</published>
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    <id>https://semdominio.bearblog.dev/manha-de-terca/</id>
    <title>Manhã de terça</title>
    <updated>2026-09-15T13:21:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>semdominio</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Ontem de noite recebi a notícia de que a menina que estava fazendo dupla comigo, no setor de validação de revisão na editora maluca, se demitiu, à beira do prazo final do projeto. Fez isso porque, além de tudo aquilo que eu &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/clt-x-pj-e-uma-ilusao/'&gt;já revelei para vocês&lt;/a&gt; sobre as loucuras daquele lugar, ainda tem mais essa: eles atrasam &lt;em&gt;muito&lt;/em&gt; o pagamento. E vão prometendo te pagar, mas não pagam. Enfim, imaginem essa rotina toda para não receber no dia combinado? Desde então, todo mundo está em um grande surto, e agora estão desesperados para encontrar alguém para entrar no lugar dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante disso, tive sonhos alucinados. Entre eles, um bem cedinho, quase de manhã. Sonhei que eu era acordada por um protesto na frente da minha casa, em que várias pessoas faziam muito barulho, com guitarras e baterias no meio da rua, exigindo o pagamento de seus salários. Achei o máximo, pois esse foi o desfecho de uma série de sonhos similares entre ontem e hoje cedo. Eu também, como essa minha colega que se demitiu e os demais que ainda estão lá, estou aguardando o meu pagamento do mês de agosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas hoje não estou aqui para falar disso, porque esse foi apenas o começo de uma breve manhã de terça que me rendeu muitos momentos bons. Pequenos, mas bons.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Fui tirar sangue no laboratório para fazer exames médicos. Essa rotina, que é delicada para mim por conta de todas as memórias que carrego dessa situação, sempre é atenuada pela gentileza dos funcionários do laboratório. O pessoal de lá já me conhece há uns anos, então me tratam como alguém “da casa”. Não perguntam meu nome, porque já sabem. Nem me pedem os documentos, porque tudo já está salvo ali no computador deles. Mas sempre me perguntam como vão as coisas, me contam de suas filhas grávidas, dos netinhos que nascem com nomes lindos. O último deles: Arthur. Eu amo esse nome, acho de um extremo bom gosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas antes de saber da vida do neném Arthur, que chegou ao mundo com muita saúde e alegria da família, estava eu caminhando pelas ruas e percebi, de longe, um pai conversando com a sua filha pequena. Ele dizia: “olha que lindona! Já está andando bastante! Para andar sempre, as pernas têm que ficar bem fortes e longas.” E a menina ria de felicidade de ter um pai daqueles, saía correndo atrás das pombas e gritava o “nome” delas: “vejam as pombas! As pombas, as pombas!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em seguida, entrei no hospital junto com uma senhora de cabeça bem branquinha. Usava bengala e um cardigã marrom claro. Ela foi atendida pela mais nova funcionária da recepção dos exames. Elogiou muitíssimo a moça, que ainda era auxiliada por um funcionário mais antigo. Disse que ela era muito ágil e atenta com o trabalho. Perguntou se tinha acabado de começar, e a novata disse que sim. Primeiro dia de trabalho. A senhora lhe transmitiu coragem, disse que ia dar tudo certo porque ela era uma garota inteligente. Lhe deu todas as bençãos e sortes. Quando chamaram a senhora para fazer a coleta, escutei de relance o seu nome: Zélia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mesmo nome da minha querida e saudosa Dona Zélia, uma freira maravilhosa que me cuidou com muito amor quando eu era bem pequena. Brincava e desenhava com canetinhas junto comigo nas salas de espera de consultórios, saía às pressas para comprar medicamentos, comidinhas e roupas de emergência quando necessário. Ela se vestia com roupas de freira na maioria dessas ocasiões, e usava uns óculos enormes, com lentes grossas, redondas e meio amareladas. Sempre com um sorriso plácido no rosto. Dona Zélia faleceu com seus bons 96 anos, já há muito tempo. Então ela foi, desde sempre na minha vida, uma senhora. Mas sempre tão disposta, tão bondosa, tão sábia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquela outra Dona Zélia ali, transmitindo tamanha força para aquela outra garotinha, que deve ter &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/os-nossos-20-e-poucos-anos/'&gt;os seus 20 e poucos anos&lt;/a&gt; e começa hoje o trabalho novo, me lembrou da minha amada Dona Zélia. Que saudades!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Depois de fazer o exame, me sentei na cafeteria para comer o desjejum e li algumas páginas de &lt;em&gt;Harry Potter e o cálice de fogo&lt;/em&gt;. Estou naquela parte do início da Copa Mundial de Quadribol, quando ainda não deu merda e Harry e seus amigos estão encantados com todos aqueles bruxos reunidos para torcer pelos seus times. Que coisa linda imaginar tantas barracas, roupas e sotaques diferentes. Achei o máximo a conclusão de Arthur Weasley (vejam que coincidência o nome: mais um Arthur!!) ao notar a extravagância das barracas, uma vez que elas deviam ser as mais discretas possíveis para que os trouxas não as estranhassem: “Sempre os mesmos, não conseguimos deixar de nos exibir quando nos reunimos.”&lt;sup class="footnote-ref" id="fnref-1"&gt;&lt;a href="#fn-1"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É ali, naquele ambiente, que Harry percebe pela primeira vez que nunca tinha visto crianças e bebês bruxos, e narra, em algumas linhas, as visões que teve dos pequenos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Um pirralhinho, que não tinha mais de dois anos, estava agachado do lado de fora de uma barraca em forma de pirâmide, empunhando uma varinha com a qual cutucava, feliz, um caramujo na grama, que ia ganhando lentamente o tamanho de um salame. [...] Um pouco mais adiante, eles viram duas bruxinhas, pouco mais velhas do que Kevin, cavalgando vassouras de brinquedo que se elevavam o suficiente para os dedos dos pés das meninas rasparem a grama orvalhada.&lt;sup class="footnote-ref" id="fnref-2"&gt;&lt;a href="#fn-2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Por fim, na minha saída do hospital, acabei trombando com essa criatura que achei um tanto inusitada, mas perfeita para essa manhã: uma mistura de brincadeira de criança com momentos agradáveis que parece que vieram de um mundo mágico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/semdominio/p1030180.webp" alt="P1030180" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quer comentar esse texto?&lt;/strong&gt; Dê um alô no &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/guestbook/'&gt;Guestbook&lt;/a&gt; do blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt; &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/os-nossos-20-e-poucos-anos/'&gt;Anterior&lt;/a&gt; | &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/amar-em-tempos-de-crise/'&gt;Próximo&lt;/a&gt; &gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para escrever para mim, clique &lt;a href='https://letterbird.co/garota-30anos' target='_blank'&gt;aqui&lt;/a&gt;. Caso aguarde uma resposta, verifique também a sua caixa de spam.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;section class="footnotes"&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li id="fn-1"&gt;&lt;p&gt;J. K. Rowling (ou, se você preferir, Hermione Granger). &lt;em&gt;Harry Potter e o cálice de fogo&lt;/em&gt;. Tradução de Lia Wyler. Rio de Janeiro: Rocco, 2001. p. 67&lt;a href="#fnref-1" class="footnote"&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li id="fn-2"&gt;&lt;p&gt;Op. cit. p. 69&lt;a href="#fnref-2" class="footnote"&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/section&gt;
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    <published>2026-09-15T13:21:00+00:00</published>
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    <id>https://th.blog.br/diario-de-domingo-2-comidas/</id>
    <title>diário de domingo #2 comidas</title>
    <updated>2026-09-14T13:18:00+00:00</updated>
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      <name>thblog</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;já segundou, mas não posso deixar passar esse pratão veg que fiz pra receber a família no domingo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-27.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;fora vários petiscos e saladas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-28.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;primeiras caipirinhas na casa nova, no capricho! (só tinha açucar mascavo, por isso a cor auhahuauha)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-29.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;nos preparos eu tava muito ana maria braga. olha os potinhos com as coisinhas cortadas uahahaha gostando muito da cozinha nova, muito mais fácil trabalhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-30.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;aquela cebolinha dourando mil grau:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-31.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;esse aqui da bombay é muito bom:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-32.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;essas duas tem todo o espaço do mundo, mas preferem ficar no meio da bagunça, vai que cai um petisco né?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-33.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;legumes assados, ficou bem suculento por dentro e dourado por fora sem secar. vou fazer um post com o segredinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/muralthblog/image-34.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;enfim, um domingo muito agradável! agora seBUNdou, boa semana pra nós todos!&lt;/p&gt;
</content>
    <link href="https://th.blog.br/diario-de-domingo-2-comidas/"/>
    <published>2026-09-14T13:18:00+00:00</published>
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    <id>https://th.blog.br/manutencao-basica-de-teclado-mecanico/</id>
    <title>manutenção básica de teclado mecânico</title>
    <updated>2026-09-15T19:20:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>thblog</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Bom, depois do "&lt;a href='https://th.blog.br/que-diabo-e-teclado-mecanico/' target='_blank'&gt;que diabo é teclado mecânico?&lt;/a&gt;", acho importante falar das manutenções também para os novos evangelizados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao usar o seu amado tecladinho por um tempo, pode chegar um fatídico dia em que algumas teclas dão umas falhadas, ou dão um duplo clique. Tipo, você aperta "a" e sai "aa".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso costuma ser uma falha nos contatos elétricos. Pode ser mais frequente dependendo da umidade do ambiente. Por exemplo, certa vez deixei um umidificador ligado bem perto, aí bem logo tive essas falhas de teclas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra resolver, costuma ser fácil. Vamos a mais um th.tutorial:&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=1-guarde-bem-as-pecas-que-vieram-na-caixa-original&gt;1 - Guarde bem as peças que vieram na caixa original&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;NÃO jogue fora isso hahaha é uma chave que serve pra remover as teclas, e alguns switches reserva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/thblog/image-294.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/thblog/image-295.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=2-compre-um-limpador-de-contatos-eletricos-r-15&gt;2 - Compre um limpador de contatos elétricos (R$ 15)&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Tipo esse, qualquer marca deve dar certo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/thblog/image-296.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=3-tire-a-tampa-da-tecla-e-jogue-o-spray&gt;3 - tire a tampa da tecla e jogue o spray&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Com bastante cuidado, faça a remoção da tecla preta superficial. Aplique um pouco do spray, depois pressione a tecla várias vezes para espalhar. Recoloque a tecla por cima e faça os testes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resolveu? Já era, é isso. Não resolveu? Continua o tutorial&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/thblog/image-297.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/thblog/image-298.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=4-nao-resolveu-troca-o-switch&gt;4 - não resolveu? troca o switch&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Se a limpeza do contato não resolveu, tudo bem também. Sabe o saquinho de switches reserva? Vamos usar um deles pra fazer a troca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mesma chave que você usou, você vai usar a outra ponta dela pra remover o switch marromzinho com muito cuidado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Troque por um novo, passe o limpa contato, encaixe tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deve resolver, se não aí lascou hehehe mas é comum que só isso já resolva a grande parte dos problemas.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=frequencia&gt;Frequência&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Quantas vezes fazer isso? Eu, que sou meio vagabundo, só faço quando alguma tecla falha. Tem rotinas de limpeza e manutenção mais robustas; pode dar uma pesquisada se quiser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a rotina principal é essa. Muito simples e que funciona. Curiosamente não vejo falar muito desse limpa contato por aí. Principalmente pra quem está em regiões mais úmidas creio que será mais necessário.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=conclusao&gt;Conclusão&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Com isso você já pode voltar a desfrutar do tec tec do seu amado tecladinho mecanico. Aproveite!&lt;/p&gt;
</content>
    <link href="https://th.blog.br/manutencao-basica-de-teclado-mecanico/"/>
    <published>2026-09-15T19:20:00+00:00</published>
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    <id>https://th.blog.br/que-diabo-e-teclado-mecanico/</id>
    <title>que diabo é teclado mecânico?</title>
    <updated>2026-09-13T23:46:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>thblog</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Chegou meu teclado novo! O outro começou a falhar a bendita tecla Alt que eu uso pra vários atalhos — detesto usar o mouse e me incomoda o pulso, então tenho atalho pra tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Passei por aquele momento de &lt;em&gt;meu deus quando ficou tão difícil comprar um teclado mecânico???&lt;/em&gt; um monte de sigla, luzes brilhantes, porcentagens 75% 95% (ahn??), switches variados, que loucura! Eu só quero um teclado pra trabalhar e escrever, não quero passar por tantas decisões! socorro hahuahah&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;bom, pra quem não sabe, deixa eu falar um pouco mais sobre o assunto. Um FAQ bem opinioso, vou avisar, mas se você quer um teclado pros mesmos usos que eu, acho que posso trazer  informações relevantes. Vamos lá&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=strongo-que-e-um-teclado-mecanicostrong&gt;&lt;strong&gt;O que é um teclado mecânico?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Os teclados convencionais geralmente são de "membrana", que é basicamente um plástico flexível que aciona os contatos quando pressionados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o teclado mecânico possui teclas individualizadas no circuito, e cada tecla tem uma construção mais robusta com uma mola própria.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=stronge-eu-com-isso-que-diferenca-isso-fazstrong&gt;&lt;strong&gt;E eu com isso? Que diferença isso faz?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;O de membrana é mais silencioso, porém menos preciso e demanda uma "força maior" pra pressionar. No longo prazo, essa força extra pode zicar seu pulso e dar umas tendinites por esforço repetitivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como disse meu amigo que me evangelizou pra esses teclados anos atrás: &lt;em&gt;"eu ia na fisioterapeuta, mas o teclado mecânico saia mais barato que as sessões. Resolvi testar e não é que resolveu?"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo do tempo você se acostuma com o acionamento mais leve das teclas e precisa fazer menos força. Esse acionamento mais sutil vai deixar seu pulso bem felizão.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=strongta-gostei-como-eu-escolho-umstrong&gt;&lt;strong&gt;Tá, gostei, como eu escolho um?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;É aqui que pode ficar complicado porque são muitas opções, e muito focadas no público gamer. Se você, como eu, não vai jogar, recomendo buscar pelos mesmos parâmetros que eu. Vou explicar cada conceito importante e deixar o meu modelo escolhido no final.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=strongquais-os-tipos-de-switchstrong&gt;&lt;strong&gt;Quais os tipos de SWITCH?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Switch é o tipo da molinha que aciona a tecla. Pode ser mais silencioso, mais barulhento e/ou oferecer feedback tátil, que é um "tiquezinho" quando você aciona a tecla. Ao longo do tempo o tiquezinho te ajuda a fazer menos força pois você sente claramente quando a tecla foi acionada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Geralmente os switches são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;RED, sem feedback tátil, ou seja, linear. Gamers pegam esse,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;BLUE, com feedback tátil e sonoro mais intenso.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;BROWN (O MEU), com feedback tátil, porém mais silencioso;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Eu peguei o BROWN pois me agrada mais e acho melhor pra digitação do dia a dia.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=strongquais-os-tamanhosstrong&gt;&lt;strong&gt;Quais os tamanhos?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;O teclado pode ser completão — com o teclado numérico completo e setas, ou mais reduzido. Isso se expressa assim:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;100%: o teclado completão&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Porcentagens entre 60%-95%: uma estimativa de quantas teclas tem em relação ao teclado completão. Por exemplo, o 75% que eu tenho não tem o teclado numérico, mas tem setas e tem aquelas tecladas delete, page down, page up, etc.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Aí você escolhe baseado no que você precisa. se usar muito o teclado numérico é bom pegar com esse. Se não precisar, dá pra pegar um mais compacto e ser feliz.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=strongquais-as-marcasstrong&gt;&lt;strong&gt;Quais as marcas?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Bom, só pra lembrar que nenhuma marca vai pagar pra aparecer num blog esquisito no meio do nada, então é o seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A única marca que tive até hoje foi o Redragon. Simplesmente porque era o preço mais em conta e me atendia bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conforme pesquisei pra comprar esse novo agora, até olhei outras marcas, mas me deu canseira de ter que avaliar tanta coisa, então eu só peguei o que já estava acostumado mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que os modelos de entrada são bons pra trabalhar e já tem os benefícios. O negativo é provavelmente serem mais barulhentos que um teclado mais premium seria.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=strongein-layout-de-tecladostrong&gt;&lt;strong&gt;Ein? Layout de teclado?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Quase ia me esquecendo. Garanta que você pega o ABNT2 se você escreve primariamente em português, por conta dos acentos e cedilha. Caso contrário é bem ruim por acentos no teclado de layout US, mas tem gente que se acostumou.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=strongqual-eu-escolhistrong&gt;&lt;strong&gt;Qual eu escolhi?&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Por R$ 233, que é um valor de um teclado de entrada, porém melhorzinho e com as opções de poder usar sem fio ou cabeado, peguei um com switch BROWN e layout TKL (que é ± 75% de tamanho, sem numpad)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui as especificações completas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Teclado Mecanico Gamer Kumara Elite Preto K552 Krs (pt-krs) Preto Português Brasil
Tipo de switch: Redragon Marrom.
Idioma: Português Brasil.
Layout: TKL ABNT2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(dá pra desligar as luzinhas pra você não digitar parecendo que tá numa boate)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/thblog/image-291.webp" alt="image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=conclusao&gt;Conclusão&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;Um post pra documentar toda essa maluquice que precisei passar ao fazer a pesquisa pra comprar um novo. Eu que já uso esses teclados faz anos fiquei perdido, imagina quem não conhece! hehehe&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tiver alguma dúvida pode perguntar, lembrando que não sou especialista de nada, só um consumidor tentando digitar melhor e desviar das tendinites.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É isso por hoje, um abraço e cuide das suas mõezinhas!&lt;/p&gt;
</content>
    <link href="https://th.blog.br/que-diabo-e-teclado-mecanico/"/>
    <published>2026-09-13T23:46:00+00:00</published>
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    <id>https://semdominio.bearblog.dev/os-nossos-20-e-poucos-anos/</id>
    <title>Os nossos 20 e poucos anos</title>
    <updated>2026-09-14T13:40:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>semdominio</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Esse fim de semana foi cheio de coisas aleatórias, então esse texto vai ficar um pouco aleatório também. Finalmente os eixos da minha vida estão voltando a se encaixar, mesmo que possa parecer o contrário. Com isso eu quero dizer que o trabalho está, aos poucos, deixando de ditar todas as minhas decisões. Ah... como eu me sinto aliviada com isso!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;
★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/listas/'&gt;Já paguei a minha língua&lt;/a&gt; em relação ao &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/feliz-no-empate/'&gt;signo de Libra&lt;/a&gt;, e agora foi a vez do signo de Aquário. Durante o final de semana, fiz a aula do meu curso de Astrologia sobre esse signo e, para variar, saí de lá encantada com o que me foi proposto. Estou descobrindo que, quanto aos signos, tudo aquilo que eu “não gosto” na verdade se trata mais de uma falta de conhecimento e de entendimento da proposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquário foi um signo diferente, porque, por mais que ele seja completamente voltado para o coletivo, me botou pra pensar também na autenticidade individual. Essa percepção pode ser fruto da minha &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/introspeccao/'&gt;introspecção&lt;/a&gt; dos últimos dias? Talvez. Mas sinto que Aquário é um signo que nos dá coragem para ser quem somos e para imaginar o tipo de relação que podemos criar quando nos colocamos de forma genuína diante do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aquário é também o signo das tecnologias e do futuro, regido por Saturno (peso, tradição, passado) e Urano (moderno, futurista). Isso significa que a construção desse mundo futuro, ideal, maravilhoso virá, também, de algum lugar do &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/passado/'&gt;passado&lt;/a&gt;, da nossa relação com ele, da construção de quem nós somos por meio dele. Do ponto de vista coletivo e social, uma coisa meio à la Ailton Krenak: o futuro é ancestral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;
★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudando de pato para ganso, ontem foi aniversário da minha prima e fizemos um fondue seguido de bolinho para ela, aqui em casa. 25 anos. Eu achei engraçado porque a primeira coisa que ela comentou foi sobre o cérebro ter se formado só agora e tudo mais. Mas eu logo disse para ela: exatamente, seu cérebro só se formou agora. De vez em quando, as pessoas acham que essa formação do cérebro é o que as leva para uma “maioridade de fato”. No entanto, eu, agora nos meus 30, vejo que na verdade essa formação dos 25 é quase como um novo nascimento. É agora que você vai &lt;em&gt;começar a viver no mundo&lt;/em&gt; de uma maneira diferente, de acordo com seus parâmetros, mais fortes, menos envolvidos e dilacerados pelo entorno. É também agora que começamos a olhar para as nossas versões do passado de uma maneira mais criteriosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra coisa aleatória que aconteceu: minha mãe tem um amigo que é cabeleireiro e eu marquei com ele de cortar o meu cabelo aqui em casa mesmo, porque está muito frio e o salão dele é do outro lado da cidade. E assim foi. Cortamos cabelo, comemos fondue, falamos sobre &lt;em&gt;Harry Potter&lt;/em&gt; e a vida das divas do pop, cantamos parabéns e nos empanturramos de chocolate em um domingo à noite. É claro que eu não consegui dormir cedo e fiquei acordada até às 2 horas da manhã por causa de um pedaço de bolo com muito açúcar. Taí algo que não aconteceria antes dos meus 25.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/semdominio/p1030166.webp" alt="P1030166" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/semdominio/p1030165.webp" alt="P1030165" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
  &lt;div style="color: #777; font-size: 0.9em; margin-top: 6px;"&gt;
    Esquecemos de comprar velas, então foi essa improvisada mesmo. 
  &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
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★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa que eu fiz foi ler bastante &lt;em&gt;Heated Rivalry&lt;/em&gt;. Gente, precisamos urgentemente conversar sobre Ilya Rozanov. Ok, todo mundo sabe que ele é lindo e o propósito desse tipo de série/livro é todo mundo ser lindo mesmo. Agora, o que me chama atenção em Ilya são outras coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeira coisa: o senso de humor. É muito engraçado ler os diálogos dele!! Creio que essa graça vem de um lugar de deslocamento, porque Ilya é um garoto russo vivendo uma vida “americanizada”. Então ele quase sempre é direto demais, espalhafatoso demais, ingênuo ou malicioso demais. E, além disso, ele gosta mesmo de ser meio palhacito, o que deixa tudo muito mais hilário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segunda coisa: talvez o que faça de Ilya alguém extremamente magnético não seja tanto a sua beleza, mas a sua confiança. Ah! Falando no assunto... é aquela confiança que temos nos nossos 20 e poucos anos. Quanto mais eu cresço, mais eu mesma sei que me torno, a cada dia, mais cagona. É porque a nossa coragem dos 20 e poucos é uma mistura de inconsciência com audácia que a gente vai perdendo ao &lt;em&gt;conhecer&lt;/em&gt; com mais calma as coisas da vida. Ou, para sermos generosos com nós mesmos, os 30+, a gente vai se tornando mais corajoso para outras coisas, e deixando de lado esse mundo tão cheio de sucessos que vieram só por um milagre, só por que alguma outra coisa &lt;em&gt;além de nós&lt;/em&gt; também achou que era de bom tom nos favorecer. Esse é o tipo de sucesso que alcançamos só por um triz, de tanto perigo que chegamos a correr, quando estamos vivendo lá os nossos 20. Isso é Ilya Rozanov.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Terceira coisa: Ilya não fica desconfortável em si mesmo. Está sempre feliz por ser quem ele é, mesmo em uma família totalmente lascada e em um país extremamente violento para qualquer pessoa que não seja heterossexual. Ele não abre mão de si.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quarta coisa: Ilya não está nem aí para as convenções. Se diverte em ser meio rebelde, sabe que chama a atenção e gosta disso. Poderia ser extremamente irritante, se não fosse genuíno. Ilya é russo, como eu já disse logo acima, mas, no &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/bobeirites-do-final-de-semana/'&gt;fandom do Twitter da América Latina&lt;/a&gt;, Ilya é resumido em uma palavra: “maradoniano”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
 &lt;div style="text-align: center;"&gt;
  &lt;img src="https://64.media.tumblr.com/98e2f04d981f8423948c67c193ba267d/3921325891deba4d-62/s540x810/3985ba15f9a0c607a11f9fc522f9d8bdb76ab1dd.gifv" alt="Ilya" style="width: 600px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
  &lt;div style="color: #777; font-size: 0.9em; margin-top: 6px;"&gt;
    Ilya responde para o jornalista que pergunta sobre a sua promessa de 40 gols em sua temporada de estreia: “Não, eu nunca disse 40 gols. É uma mentira. Um mentiroso te disse isso. Eu disse 50”.   &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Ah, e mais uma coisa que eu pesquei do fandom do Twitter, na época em que eu ainda frequentava esse famoso site: não existe ninguém melhor para interpretar &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/fofoca-homerica-iliada-canto-i-parte-1/'&gt;Aquiles&lt;/a&gt; em uma possível adaptação de &lt;em&gt;A canção de Aquiles&lt;/em&gt;, de Madeline Miller, do que o ator que faz Ilya Rozanov.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;
★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, a saga dos teclados. Estava eu aqui em casa a fim de comprar um teclado para o meu tablet. &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/pensamentos-e-acontecimentos-dos-ultimos-dias/'&gt;Comprei um vagabundo&lt;/a&gt; e devolvi. Comprei outro, mais robusto, o Peeble K380s da Logitech. Eu queria um teclado pequenininho para carregar por aí na bolsa e usar para escrever as coisas aqui do blog e outros textos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/semdominio/p1030169.webp" alt="P1030169" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Eis que eu leio esses dois textos de uma tacada só e fico morrendo de raiva de não ter lido antes!!&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href='https://julietheblog.blogspot.com/2026/09/som-de-teclado.html'&gt;som de teclado&lt;/a&gt;, da julie&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href='https://thblog.bearblog.dev/que-diabo-e-teclado-mecanico/'&gt;que diabo é teclado mecânico?&lt;/a&gt;, do th&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Adivinhem o que eu fiz, uma vez que estava descontente com a minha compra atual. Pois é, solicitei, na madrugada de ontem, depois de perder o sono por causa de um bolo de chocolate, a devolução do meu teclado da Logitech. E, completamente influenciada pelos blogueiros, comprei um pequenininho da Redragon quase às 2 da manhã, deitada na cama debaixo de 5 cobertas para me proteger do frio. Quando chegar eu mostro aqui para vocês também!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora pensando com os meus botões, essa foi uma atitude meio “20 e poucos”, não é? É porque, mesmo com os nossos 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100, nós nunca deixamos de ser, também, quem verdadeiramente somos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;
★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="display:flex; justify-content:center;"&gt;
&lt;iframe
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allowfullscreen&gt;
&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quer comentar esse texto?&lt;/strong&gt; Dê um alô no &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/guestbook/'&gt;Guestbook&lt;/a&gt; do blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt; &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/clt-x-pj-e-uma-ilusao/'&gt;Anterior&lt;/a&gt; | &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/manha-de-terca/'&gt;Próximo&lt;/a&gt;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para escrever para mim, clique &lt;a href='https://letterbird.co/garota-30anos' target='_blank'&gt;aqui&lt;/a&gt;. Caso aguarde uma resposta, verifique também a sua caixa de spam.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr /&gt;
</content>
    <link href="https://semdominio.bearblog.dev/os-nossos-20-e-poucos-anos/"/>
    <published>2026-09-14T13:40:00+00:00</published>
  </entry>
  <entry>
    <id>https://terceirolho.bearblog.dev/sobre-o-que-ainda-hei-de-descobrir/</id>
    <title>Sobre o que ainda hei de descobrir...</title>
    <updated>2026-09-14T17:41:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>terceirolho</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Bom… eu criei esse blog para tentar colocar alguns pensamentos pra fora, já que faz muito tempo que eu não coloco em prática esse tipo de “terapia”. A última vez que isso aconteceu foi quando um acontecimento me abalou profundamente (hoje penso que abalou mais do que deveria, mas né, cada um lida com os problemas com as ferramentas que tem e na época acho que eu não tinha muitas kkkk). E escrever de fato me ajudou bastante na época, mas admito que tenho certo bloqueio em escrever sobre mim mesma e acredito que só isso já prova o quanto tenho me reprimido durante todos esses anos.
&lt;p&gt;A ideia de voltar a escrever veio da possibilidade de isso me ajudar a entender e lidar com o diagnóstico de autismo que recebi há um mês atrás e desde então eu tenho fugido do meu próprio objetivo que é analisar o que isso tudo tem significado para mim. Mas uma hora a gente tem que parar de fugir então aqui estou, depois de frustrar várias tentativas da minha amiga de me incentivar a postar algo (me desculpe por isso Mih :D).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verdade é que eu já imaginei que poderia ser autista há muitos anos quando comecei a descobrir mais sobre essa deficiência, mas no final das contas sempre concluía que me faltavam características cruciais para esse diagnóstico e então eu deixava pra lá. Mas a dúvida sempre me perseguiu, já que a sensação de que o mundo era demais pra mim nunca me deixou. Só existir era extremamente cansativo em alguns momentos, nos quais eu só queria entrar dentro de um universo paralelo onde absolutamente nada existia (nem sequer o tempo) e ficar lá por algumas horas antes de voltar para o mundo real. Ainda sonho com a possibilidade de que um dia a tecnologia possibilite isso, mas do jeito que as coisas andam é provável que o aquecimento global nos mate primeiro. &lt;del&gt;O que também estaria tudo bem pra mim se o capitalismo não fosse me forçar a trabalhar parecendo o motoqueiro fantasma (sem moto) até a morte.&lt;/del&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou tentar abordar alguns detalhes do diagnóstico em outro momento porque, por hora, eu só quero finalizar esse texto pra dar o pontapé inicial nesse processo de escrita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que importa por enquanto é que quando o diagnóstico veio eu não senti o alívio que eu esperava. Achei que sentiria os meus sofrimentos e dificuldades validados, que eu não me sentiria mais uma pessoa quebrada, defeituosa. Mas na verdade eu me senti traída. Principalmente devido ao resultado do teste de mascaramento que foi bem mais alto que a média. Senti como se eu tivesse traído a mim mesma. Me senti responsável por ter obrigado a criança que fui no passado a ser “normal” e o quanto isso deixou cicatrizes que talvez eu carregue para o resto da vida. Fiquei me perguntando se um dia eu conseguirei recuperar essa criança original, sem influências, sem repressões, sem medos, sem máscaras. Provavelmente não. No momento, estou tentando aceitar que tudo bem não recuperar, afinal, não há ninguém que permaneça seu eu original para sempre. Isso faz parte do processo de crescer, aprender e, essencialmente, viver. Mudar faz parte de viver. Talvez por isso viver pareça tão complicado para mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O segredo para eu resolver esse conflito dentro de mim provavelmente é encontrar o equilíbrio entre o que eu sou atualmente e o que eu sou capaz de desenterrar do que deixei para trás por achar que era inadequado demais para me acompanhar nessa jornada complicada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero ser capaz de reaver algumas das coisas que abandonei e abraçá-las novamente como parte de mim. E aquelas que eu não estiver pronta pra abraçar, que eu possa guardar em uma caixinha especial para apreciar quando parecer certo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por hoje é isso. Se eu deixei alguma ponta solta, vai ficar para outra postagem, porque agora que eu cruzei a linha de partida espero continuar na corrida por algum tempo.&lt;/p&gt;
&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
    Tocando agora: &lt;br&gt;
&lt;b&gt;You Can Have It All - Florence + The Machine&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
▶︎•|၊|။||||။၊|။|||။|||။ 4:01
&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/sprHv43e5iY" title="Florence + The Machine - You Can Have It All (Visualiser)" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cavei um buraco no jardim e enterrei um grito&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
Dug a hole in the garden and buried a scream&lt;br&gt;
&lt;b&gt;E dela cresceu uma árvore vermelha brilhante com folhas dentadas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
And from it grew a bright red tree shining with jagged leaves&lt;br&gt;
&lt;b&gt;E quando o vento sopra, você pode ouvir&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
And when the wind blows, you can hear it&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Você pode ter tudo&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
You can have it all&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Você pode ter tudo&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
You can have it all&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
</content>
    <link href="https://terceirolho.bearblog.dev/sobre-o-que-ainda-hei-de-descobrir/"/>
    <published>2026-09-14T17:41:00+00:00</published>
  </entry>
  <entry>
    <id>https://mikahgosto.bearblog.dev/recap-musical-de-junho-a-agosto-de-2026/</id>
    <title>Recap Musical de Junho a Agosto de 2026</title>
    <updated>2026-09-14T01:22:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>mikahgosto</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;div style="text-align:justify;"&gt;
Estava tranquilamente comendo meu lanchinho da noite quando peguei o tablete e descobri que tinha saído o meu Recap no You Tube Music! 
&lt;p&gt;Eu nem sabia que tinha isso!!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu adorava ver isso anualmente no Spotify quando usava, já usei muito o last.fm e um bot que tinha na época do twitter o jfm (se não me engano?) que pegava informação do last.fm das suas músicas mais ouvidas da semana de forma automática e fazia um tweet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu A-M-A-V-A compartilhar isso com alguns amigos na época!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcou uma fase da minha vida muito significativa, mas que como toda fase, teve seu começo, meio e fim, obviamente e nessa época aí tava no auge. aiai sdds&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo assim, vou compartilhar por aqui sempre que sair, não sei se é trimestral, mensal ou se tem coisa semanal, mas acho que gosto da ideia de ser trimestral, não procurei nada, ainda tô aqui curtindo a descoberta e ouvindo a minha playlist, o que eu considero uma ótima coisa a se fazer num domingo a noite u.u&lt;/p&gt;
&lt;div class="image-carousel"&gt;
  &lt;div class="carousel-container"&gt;
    &lt;div class="carousel-track"&gt;
      &lt;div class="carousel-slide"&gt;
        &lt;div class="slide-content"&gt;
          &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/684.webp" alt="Recap 1"&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;div class="carousel-slide"&gt;
        &lt;div class="slide-content"&gt;
          &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/337.webp" alt="Recap 2"&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;div class="carousel-slide"&gt;
        &lt;div class="slide-content"&gt;
          &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/162.webp" alt="Recap 3"&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;div class="carousel-slide"&gt;
        &lt;div class="slide-content"&gt;
          &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/475.webp" alt="Recap 4"&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;div class="carousel-slide"&gt;
        &lt;div class="slide-content"&gt;
          &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/569-1.webp" alt="Recap 5"&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;div class="carousel-slide"&gt;
        &lt;div class="slide-content"&gt;
          &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/455.webp" alt="Recap 6"&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
      &lt;div class="carousel-slide"&gt;
        &lt;div class="slide-content"&gt;
          &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/703-1.webp" alt="Recap 7"&gt;
        &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
    &lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;button class="carousel-btn prev-btn"&gt;‹&lt;/button&gt;
&lt;button class="carousel-btn next-btn"&gt;›&lt;/button&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;/div&gt;
  &lt;div class="carousel-indicators" id="dots-container"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;style&gt;
  .image-carousel {
    max-width: 500px;
    margin: 2rem auto;
    position: relative;
    border-radius: 12px;
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  .carousel-container {
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  .carousel-track {
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    transition: transform 0.5s cubic-bezier(0.25, 0.46, 0.45, 0.94);
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    min-width: 100%;
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    background: transparent;
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  .slide-content {
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    height: 100%;
    display: flex;
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  .slide-content img {
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    height: 100%;
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  .carousel-btn {
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    height: 44px;
    border-radius: 50%;
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    line-height: 1;
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    box-shadow: 0 2px 8px rgba(0,0,0,0.15);
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  }

  .dot {
    width: 10px;
    height: 10px;
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    background: rgba(0,0,0,0.25);
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    background: #2563eb;
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    border-radius: 6px;
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  @media (max-width: 640px) {
    .carousel-btn {
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      height: 36px;
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    }
    .prev-btn { left: 6px; }
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    .dot { width: 8px; height: 8px; }
    .dot.active { width: 20px; }
  }
&lt;/style&gt;
&lt;script&gt;&#13;
  (function() {&#13;
    const track = document.querySelector('.carousel-track');&#13;
    const slides = document.querySelectorAll('.carousel-slide');&#13;
    const dotsContainer = document.getElementById('dots-container');&#13;
    const prevBtn = document.querySelector('.prev-btn');&#13;
    const nextBtn = document.querySelector('.next-btn');&#13;
    &#13;
    let currentIndex = 0;&#13;
    const totalSlides = slides.length;&#13;
    let autoPlayInterval = null;&#13;
    const AUTO_PLAY_DELAY = 4000;&#13;
&#13;
    function generateDots() {&#13;
      dotsContainer.innerHTML = '';&#13;
      for (let i = 0; i &lt; totalSlides; i++) {&#13;
        const dot = document.createElement('span');&#13;
        dot.className = 'dot' + (i === 0 ? ' active' : '');&#13;
        dot.dataset.slide = i;&#13;
        dot.addEventListener('click', (e) =&gt; {&#13;
          e.stopPropagation();&#13;
          goToSlide(i);&#13;
          resetAutoPlay();&#13;
        });&#13;
        dotsContainer.appendChild(dot);&#13;
      }&#13;
    }&#13;
&#13;
    function goToSlide(index) {&#13;
      if (index &lt; 0) index = totalSlides - 1;&#13;
      if (index &gt;= totalSlides) index = 0;&#13;
      &#13;
      currentIndex = index;&#13;
      track.style.transform = `translateX(-${currentIndex * 100}%)`;&#13;
      &#13;
      const dots = document.querySelectorAll('.dot');&#13;
      dots.forEach((dot, i) =&gt; {&#13;
        dot.classList.toggle('active', i === currentIndex);&#13;
      });&#13;
    }&#13;
&#13;
    function nextSlide() { goToSlide(currentIndex + 1); }&#13;
    function prevSlide() { goToSlide(currentIndex - 1); }&#13;
&#13;
    prevBtn.addEventListener('click', (e) =&gt; {&#13;
      e.stopPropagation();&#13;
      prevSlide();&#13;
      resetAutoPlay();&#13;
    });&#13;
&#13;
    nextBtn.addEventListener('click', (e) =&gt; {&#13;
      e.stopPropagation();&#13;
      nextSlide();&#13;
      resetAutoPlay();&#13;
    });&#13;
&#13;
    function startAutoPlay() {&#13;
      if (autoPlayInterval) clearInterval(autoPlayInterval);&#13;
      autoPlayInterval = setInterval(nextSlide, AUTO_PLAY_DELAY);&#13;
    }&#13;
&#13;
    function resetAutoPlay() {&#13;
      if (autoPlayInterval) {&#13;
        clearInterval(autoPlayInterval);&#13;
        autoPlayInterval = null;&#13;
      }&#13;
      startAutoPlay();&#13;
    }&#13;
&#13;
    const carousel = document.querySelector('.image-carousel');&#13;
    carousel.addEventListener('mouseenter', () =&gt; {&#13;
      if (autoPlayInterval) {&#13;
        clearInterval(autoPlayInterval);&#13;
        autoPlayInterval = null;&#13;
      }&#13;
    });&#13;
&#13;
    carousel.addEventListener('mouseleave', () =&gt; {&#13;
      if (!autoPlayInterval) startAutoPlay();&#13;
    });&#13;
&#13;
    generateDots();&#13;
    startAutoPlay();&#13;
&#13;
    document.addEventListener('keydown', (e) =&gt; {&#13;
      if (e.target.closest('.image-carousel')) {&#13;
        if (e.key === 'ArrowLeft') {&#13;
          e.preventDefault();&#13;
          prevSlide();&#13;
          resetAutoPlay();&#13;
        } else if (e.key === 'ArrowRight') {&#13;
          e.preventDefault();&#13;
          nextSlide();&#13;
          resetAutoPlay();&#13;
        }&#13;
      }&#13;
    });&#13;
&#13;
    goToSlide(0);&#13;
  })();&#13;
&lt;/script&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;!-- SEÇÃO YOUTUBE MUSIC RECAP – VERSÃO AJUSTADA --&gt;
&lt;div class="recap-section"&gt;
  &lt;h2&gt;Meu YouTube Music Recap – Junho a Agosto&lt;/h2&gt;
  &lt;h3&gt;O que eu mais tenho ouvido?&lt;/h3&gt;
  &lt;p&gt;O recap do YouTube Music mostrou que os últimos meses foram dominados por uma mistura de pop, indie e rock. 
&lt;p&gt;Mas vejo também que todas elas foram praticamente um retorno a coisas que eu já ouvia antes ali pela época que parei de usar o Spotify, achei isso muito interessante porque parece que eu só dei uma pausa e voltei da sequência que eu estava antes, é tanto que pelo menos das músicas que eu deixei diretamente nessa postagem, só uma é "nova" pra mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixei a playlist completa (sou suspeita para falar, mas.....) vale conferir porque é uma seleção bem variada.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Playlist completa &lt;a href='https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLUbDRxZwMb5U'&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt; 
  &lt;h3&gt;Os artistas que eu mais ouvi foram...&lt;/h3&gt;
  &lt;p&gt;Jackson Wang, TAIL, VK Blanka, Joji e Evanescence lideraram minhas estatísticas. Separei um vídeo de cada um para quem quiser só ouvir uma ou outra aleatoriamente.&lt;/p&gt;
  &lt;div class="embed-grid"&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Jackson Wang&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/BTU3ONasxaM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;TAIL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/KkSkckqDVUU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;VK Blanka&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/Mu8zGKcY_Ck" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Joji&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/K3Qzzggn--s" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evanescence&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/3YxaaGgTQYM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bônus&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/MP28YUerpTY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;
  &lt;h3&gt;Essas daqui eu ouvi no repeat&lt;/h3&gt;
  &lt;p&gt;As cinco faixas que eu mais repeti no período (mais uma extra para completar o grid pois eita agunia que dá deixar em número impar como aparece nos prints do carrossel lá em cima) foram essas aqui. São músicas que viraram trilha sonora de vários momentos do meu dia e salvaram muitos deles, sinceramente.&lt;/p&gt;
  &lt;div class="embed-grid"&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Wish I Knew You – The Revivalists&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/ZMtw1n8tL4I" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;道 – Michi – Mukai Taichi&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/sGx2zKTxWQA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Side Character – Cloudfodder&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/2InKcnw1cZ4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bring Me To Life – Evanescence&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/3YxaaGgTQYM" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;My Type – Saint Motel&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/IyVPyKrx0Xo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
    &lt;div class="embed-item"&gt;
      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bônus&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;iframe width="100%" height="169" src="https://www.youtube.com/embed/EzNuykE1y80" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
    &lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;
  &lt;h3&gt;Meus estilos favoritos foram...&lt;/h3&gt;
  &lt;p&gt;Meu relatório mostrou uma preferência por &lt;strong&gt;Música Pop (24%)&lt;/strong&gt;, seguido de perto por &lt;strong&gt;Indie (20%)&lt;/strong&gt;. O &lt;strong&gt;Rock&lt;/strong&gt; ficou com 10%, enquanto &lt;strong&gt;J-pop&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;R&amp;B&lt;/strong&gt; dividiram 9% cada. É uma mistura bem eclética, que reflete a variedade de artistas que eu sempre estou ouvindo.
&lt;/p&gt;
  &lt;h3&gt;Minhas maiores vibes musicais foram...&lt;/h3&gt;
  &lt;p&gt;As três principais "vibes" do período foram: &lt;strong&gt;De boa (22%)&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Pra cima (22%)&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Alto-astral (21%)&lt;/strong&gt;. Até que foi um trimestre tranquilinho né? Eu achei u.u.&lt;/p&gt;
  &lt;h3&gt;Top artistas, mais ouvidas e horas ouvindo&lt;/h3&gt;
  &lt;p&gt;No total, foram &lt;strong&gt;2.116 minutos&lt;/strong&gt; de música ouvida entre junho e agosto. O que EU ainda sei que é pouco perto de outras épocas da minha vida, mas tudo bem, detalhes...&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;style&gt;
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&lt;p&gt;Se tu também gostar de salvar esse tipo de coisa e quiser assim quem sabe, por acaso, compartilhar commigo uma playlist sua, eu super aceito viu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/images-3.webp" alt="meme da pablo vitar dizendo eu sou muito epileptica escuto de tudo" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/br&gt;
&lt;p style="text-align:center;"&gt;「 Ｂｅｂａ áｇｕａ 」 &lt;/p&gt;
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    <link href="https://mikahgosto.bearblog.dev/recap-musical-de-junho-a-agosto-de-2026/"/>
    <published>2026-09-14T01:22:00+00:00</published>
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    <id>https://mikahgosto.bearblog.dev/14/</id>
    <title>#14 🤏🏼</title>
    <updated>2026-09-14T09:46:07.755201+00:00</updated>
    <author>
      <name>mikahgosto</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Semana passada descobri que estava fazendo hidroginástica no modo fácil e não sabia 🤡 a professora oficial do lugar estava de férias e voltou agora, mesmo que eu tenha ido só 2 dias (pq na segunda era feriado) a Muié me deu uma canseira danada! Primeiro dia assim logo de cara já colocou um peso de 4kg nas minhas pernas que saí até achando de boas, até chegar o dia seguinte 😂 nesse momento me encontro ansiosa pra mais uma semana de aulas mesmo assim, até porque achei ela muito interessante, um pouco entrona demais no espaço pessoal dosotro, é verdade, mas acho que consigo relevar, pois sei que é questão minha mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/mikahgosto/img-20260909-wa0015.webp" alt="IMG-20260909-WA0015" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Café da manhã de quarta passada quando acordei com coragem pra isso, pq o de hoje é só uma xícara de café e biscoito palito mesmo e é isso aí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Boa semana o/&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-09-14T09:46:07.755201+00:00</published>
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    <title>CLT x PJ é uma ilusão</title>
    <updated>2026-09-13T14:22:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>semdominio</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;I was looking for a job and then I found a job &lt;br /&gt;
And heaven knows I'm miserable now &lt;br /&gt;
In my life &lt;br /&gt;
Why do I give valuable time &lt;br /&gt;
to people who don't care if I live or die?&lt;sup class="footnote-ref" id="fnref-1"&gt;&lt;a href="#fn-1"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Muito se discute sobre as diferenças entre a contratação CLT e PJ nas redes sociais e nas conversas cotidianas. No entanto, eu sinto que quase sempre essa conversa fica muito presa ao plano da ideia, ou, ainda, ao que as pessoas acreditam ser CLT ou PJ. É um pouco parecido com aquele papo neoliberal que preza pela mínima intervenção do Estado na economia para que ocorra a livre concorrência. O que esses neoliberais não dizem é que o Estado deve participar ativamente dessa mesma economia como um dos principais agentes de injeção de dinheiro no mercado. Afinal, quem irá abrir os editais milionários para que as empresas pratiquem a sua livre concorrência?  Ah... como essa “economia livre” defendida pelos neoliberais é uma coisa que existe só na ideia!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conscientemente ou não, baseados nessa ideia de mundo do livre mercado, muitos jovens falam com ojeriza do emprego CLT e afirmam fugir de qualquer assinatura na carteira de trabalho. Eles querem a liberdade para ser seus próprios empresários. Ao mesmo tempo, sabemos que o regime CLT não é mesmo o “melhor dos mundos”, e tem lá as suas questões passíveis de crítica. No entanto, em meio a tantas críticas, é muito raro ver o que, para mim, é aquela que mais importa: os caminhos pelos quais percorremos para chegar à CLT iniciaram em um lugar meio esquisito, a saber, a relação dúbia de Getúlio Vargas com o fascismo italiano, e, consequentemente, a inspiração da CLT na &lt;em&gt;Carta del Lavoro&lt;/em&gt;, de Benito Mussolini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;
★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos como no plano da ideia esse debate pode ser infinito. No entanto, na prática, como sempre, a coisa é outra. Do meu parco ponto de vista, baseado na experiência que eu tive como PJ, posso dizer que a “ideia” de ser PJ é muito distante do que acontece no dia a dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, no meu primeiro trabalho com PJ, eu era contratada para entrar e sair em determinado horário, todos os dias. Ou seja, eu tinha que “bater ponto”. Toda vez que eu precisava rearranjar meus horários para ir ao médico, para ir ao cinema, para viajar, eu tinha que pedir permissão para meus superiores. Essa permissão era concedida ou não de acordo com a demanda diária. Ou seja, se naquele dia eu tinha que revisar as aulas &lt;em&gt;naquele horário específico&lt;/em&gt; (afinal, estamos em uma sala de cirurgia, lidando com uma questão de emergência!), eu não poderia trocar de horário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra coisa que ocorria nesse trabalho é que eu deveria produzir o máximo que eu conseguisse, pois não existiam metas. A meta era estar disponível para o que der e vier. Entre outras coisas, foi assim que eu &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/matematica/'&gt;me tornei “especialista em Matemática”&lt;/a&gt;, mesmo sem possuir qualquer formação na área.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não existiam férias. Nunca. Aliás, essa era uma “palavra proibida”, de acordo com um dos superiores. Trabalhei por quase 4 anos ininterruptamente. Não existia aquela coisa de tirar X dias de férias ao completar 1 ano na empresa. A equipe tirava alguns dias para Natal &lt;em&gt;ou&lt;/em&gt; Ano-Novo, fazendo escalonamento de acordo com a demanda. Ou seja: se precisar, você para de comer o seu chester de fim de ano aí com a família e liga o seu computador para revisar, ok? Se precisar, no dia 1 de janeiro você tira essa ressaca do corpo, abre o computador no meio da praia e faz a conferência de alguns arquivos, ok?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E feriado? Quando você podia tirar, os superiores falavam quase como se fosse uma benção. Como se eles mesmos tivessem criado o feriado para “te dar” um dia de descanso. Final de semana: de vez em quando você faz hora extra, tá? Mas aí, de repente, a gente virava PJ e não recebia por hora trabalhada, mas “por produção”. Então, se no sábado eu demorava 4 horas para corrigir uma aula, eu ganhava o mesmo valor que eu receberia se tivesse feito em 15 minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagino que estou deixando vocês com um pouco de raiva ao ler esse relato. Me desculpem, mas eu também preciso pôr pra fora. Esse trabalho me enlouqueceu em níveis que ainda estou descobrindo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;
★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo lugar em que trabalhei como PJ é essa editora louca que vocês puderam acompanhar por aqui nos textos mais recentes. Lá o regime era mais insano ainda. A meta, dessa vez, era produzir o máximo possível, no menor tempo possível. “É chegar na sua caixa de e-mail, bater e sair.” Diretrizes explícitas. Sem final de semana, sem horário de almoço, sem hora para começar e para acabar. Regime de escala: 7x0, enquanto você tiver acordado. Passei a &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/sonhar-com-o-trabalho/'&gt;sonhar com o trabalho&lt;/a&gt;. Minha cabeça não desligava. Saí de lá na primeira brecha que me deram para escapar. Outros colegas continuam vivendo essa vida louca até hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E, agora, estou naquilo que considero o meu primeiro trabalho PJ que cumpre minimamente com os requisitos de PJ. Tenho uma meta clara: 2 entregas por semana. Se eu vou fazer isso de madrugada, de manhã, de tarde, de noite, em dois dias, em cinco dias, de ponta cabeça, na praia, na minha casa, no meio da rua – ninguém se importa. Tudo o que eles pedem é que eu entregue duas aulas, organizadas em relatórios padronizados e revisadas do ponto de vista da Língua Portuguesa e dos conceitos das disciplinas, ao final da semana. Será que a vida de PJ pode ser assim tão simples? Torço tanto para que a resposta seja sim! Mas veremos. Afinal, todos esses lugares em que eu trabalhei anteriormente, no início, pareciam também o “paraíso PJ” e não tardaram para me apresentar os sete círculos do inferno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
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★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso para dizer que talvez essa coisa de imaginar que CLT e PJ são coisas opostas seja um pouco ilusória, uma vez que os regimes PJ se utilizam de uma máscara para exigir até mais do que aquilo que é condenado no regime CLT. Se você precisa bater ponto em horários irrevogáveis e estar disponível para qualquer demanda, você não deveria, pelo menos, ter seus finais de semana e feriados garantidos? Alguns dias de férias? Horário de almoço?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O regime CLT também se utiliza de muitas “brechas” para perpetuar práticas absurdas. E aqui entra toda a questão da escala 6x1 e da distribuição das cargas horárias durante o trabalho. É sabido por todos os funcionários do setor terciário que, muitas vezes, as escalas são divididas em dois turnos e, entre os dois turnos, a pessoa acaba ficando lá no ambiente de trabalho porque não tem para onde ir. Isso ocorre, por exemplo, na grande maioria dos restaurantes e também nos hotéis. A jornada, que tem na teoria 8 horas, acaba se estendendo por tempo indeterminado, porque o funcionário tem algumas horas “de folga” entre um turno e outro. Mas, com a nossa realidade das vias de transporte e da locomoção nas grandes cidades, o que a pessoa faz nesse período? Volta para casa? Não dá. Vai ao médico? Não dá. Vai, no máximo, comprar um doce no mercadinho ao lado e se esparramar por algumas horas em cadeiras desconfortáveis para assistir aos vídeos curtos que temos aos montes por aí. Afinal, a canseira não é pouca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Penso, por fim, que estamos todos, &lt;a href='https://thblog.bearblog.dev/depois-do-carnaval-eu-resolvo/'&gt;como disse o th&lt;/a&gt; nesse texto que eu adorei, meio sem saber em que estação estamos. Sem saber se faz chuva ou se faz sol. Sem saber se é tempo de plantar, de regar ou de colher. Nós, mulheres, seguimos sem saber em que fase do ciclo menstrual estamos. Não respeitamos o nosso corpo quando ele tem &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/o-valor-da-colica/'&gt;cólicas&lt;/a&gt;, inchaços, dores. Nós, seres humanos, parecemos viver sem se importar se faz frio, e, consequentemente, precisamos dormir e comer mais. Parecemos viver sem se importar com as ondas de calor que estão cada vez mais fortes, com as enchentes, cada vez mais frequentes, com as árvores, cada vez mais escassas. Como é duro ser bicho nesse mundo de máquinas!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aí, será que o debate é mesmo sobre CLT ou PJ? Ou será que nos importa mais discutir, afinal de contas, que raio de vida é essa que nós levamos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;
★&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="display:flex; justify-content:center;"&gt;
&lt;iframe
src="https://www.youtube.com/embed/TjPhzgxe3L0?si=2c8sfLX_wmRsNtHI"
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&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quer comentar esse texto?&lt;/strong&gt; Dê um alô no &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/guestbook/'&gt;Guestbook&lt;/a&gt; do blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt; &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/introspeccao/'&gt;Anterior&lt;/a&gt; | &lt;a href='https://semdominio.bearblog.dev/os-nossos-20-e-poucos-anos/'&gt;Próximo&lt;/a&gt;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para escrever para mim, clique &lt;a href='https://letterbird.co/garota-30anos' target='_blank'&gt;aqui&lt;/a&gt;. Caso aguarde uma resposta, verifique também a sua caixa de spam.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;section class="footnotes"&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li id="fn-1"&gt;&lt;p&gt;Eu estava procurando por um emprego e então eu encontrei um emprego/E os céus sabem que agora estou miserável/Na minha vida/Por que eu desperdiço um tempo precioso/com pessoas que não se importam se estou vivo ou morto? The Smiths. Heaven knows I'm miserable now. &lt;em&gt;Hatful of Hollow&lt;/em&gt;, 1984.&lt;a href="#fnref-1" class="footnote"&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/section&gt;
</content>
    <link href="https://semdominio.bearblog.dev/clt-x-pj-e-uma-ilusao/"/>
    <published>2026-09-13T14:22:00+00:00</published>
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    <title>Poesia Contemporânea</title>
    <updated>2026-09-14T13:32:43.045438+00:00</updated>
    <author>
      <name>viveremuitoperigoso</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;-- Sono&lt;br /&gt;
++ Ansiedade&lt;br /&gt;
-- Qualidade de vida&lt;br /&gt;
++ Preocupações&lt;br /&gt;
-- Resoluções dos problemas&lt;br /&gt;
++ Sentimentos de incapacidade&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Investiram bilhões para destruir a nossa atenção; Investiram bilhões para aumentar a nossa ansiedade; Como revidar se nem conseguimos refletir sobre o que está acontecendo? &lt;mark&gt;Liberte-se... se for possível!&lt;/mark&gt;&lt;/p&gt;
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    <published>2026-09-14T13:32:43.045438+00:00</published>
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    <title>life update</title>
    <updated>2026-09-13T23:39:04.456265+00:00</updated>
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      <name>spacecrowperson</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Oioi blogueiros! Decidi fazer um pequeno life update e explicar pq q eu ando tão distante do blog esses útlimos tempos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom, em suma, a resposta é simples: &lt;strong&gt;o vestibular tá chegando.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ultimamente, minha vida têm sido escrever redação atrás de redação, fazer simulado, resolver questão, corrigir questão, assistir aulão, quando eu consigo eu ainda trabalho em um rascunho ou outro por aqui, mas quase nada eu consigo finalizar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo das útlimas semanas, eu acabei conseguindo desenvolver um projeto novo - meu namorado e eu estávamos criando um novo mundinho de minecraft pra gente jogar junto, baseado num datapack novo que a gente achou chamado Matcha Flavoured (que eu acho, inclusive, uma materialização no minecraft de toda essa ideia de indie web / blogagem / quebra com a sociedade do desempenho) e eu acabei montando um projeto de casa pra construir baseado na Casa Cavanelas do Niemeyer, meio misturado com a Casa Lota de Macedo Soares, do Sérgio Bernardes. Vou ver se faço um post sobre ela aqui depois, mas eu quero que esse post tenha uns desenhos e algumas outras coisas explicando o que eu fiz, então ele merece um trabalho a mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse final de ano é muito maluco em relação a aniversários, pelo menos pra mim. Cara, é impressionante, parece que todo mundo decidiu que filho não pode ser feito em qualquer outra época do ano, meus finais de semana ficam absolutamente insanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falando em finais de semana insanos... Cara, das eleições até o Natal eu tenho alguma coisa muito drenante pra fazer nos finais de semana, sem exceção. As coisas esse final de ano vão ser na base do Monster e do ódio, porque do sono não vai estar rolando não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, faz parte né. A vida do pré-vestibulando é muito louca mesmo pra quem quer passar em faculdade foda e eu sou meio Hamilton das ideias no quesito &lt;em&gt;"I will never be satisfied..."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas eu volto galera, não se preocupem. Logo mais eu tô aí.&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-09-13T23:39:04.456265+00:00</published>
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    <title>Dump #01</title>
    <updated>2026-09-13T19:40:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>bolhadear</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Tem o que, duas semanas que eu não escrevo aqui? Parece não haver tempo suficiente para fazer tudo. Parece que o que dá para fazer não é suficiente. Estou mais cansado e mais irritado, mas, apesar disso, a vida está fluindo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse meio tempo eu visitei um zoológico pela primeira vez; vi A Odisseia de Christopher Nolan no cinema (no IMAX, como disseram que tinha que ser); fui numa festa de &lt;code&gt;techno&lt;/code&gt; ou &lt;code&gt;house&lt;/code&gt; — não sei bem ao certo; Vi Legalmente Loira (2001) em casa; Vi a terceira temporada de Entrevista com o Vampiro, O Vampiro Lestat — que eu apelidei carinhosamente de O Vampiro de Calcinha; Comecei a me desesperar levemente com as eleições; Me irritei moderadamente com o trabalho; Fiz exames de sangue e fui numa nutricionista de novo, depois de dois anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meu apartamento está uma putaria, mas eu zerei a pilha da lavanderia e até separei umas roupas para doar/me desfazer, agora falta dobrar e guardar o restante. Fiz feira e agora minha geladeira não parece mais geladeira de universitário. Pus os grãos de molho e agora falta preparar as marmitas para a semana. Ganhei uma plantinha para por na sala.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrevi esse post.&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-09-13T19:40:00+00:00</published>
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    <id>https://tsuyushi.bearblog.dev/apresentando-o-microblog/</id>
    <title>Apresentando o microblog!</title>
    <updated>2026-09-12T16:47:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>tsuyushi</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Inspirado pelos meus queridos &lt;a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://th.blog.br/um-muralzinho-pra-chamar-de-meu/"&gt;TH&lt;/a&gt;, &lt;a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://semdominio.bearblog.dev/festinha-de-inauguracao-do-microblog/"&gt;Semmy&lt;/a&gt; e &lt;a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mikahgosto.bearblog.dev/quase-ao-vivo/"&gt;Mika&lt;/a&gt;, com uma ajudinha do tutorial do &lt;a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://techdemo.com.br/pagina-status-bearblog/"&gt;TechDemo&lt;/a&gt; e o &lt;a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sylvia.bearblog.dev/short-form-content/"&gt;styling&lt;/a&gt; disponibilizado pela própria documentação do Bear, eis que vos apresento o microblog!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confesso que essa era uma ideia desde os primórdios desse blog, quando eu primeiro comecei a ler a documentação do Bear. O motivo? Eu quero me livrar da dependência de redes sociais como o X e o Bluesky. Pelo simples fato de que compartilhar as coisas por lá gera uma dor de cabeça desnecessária — e, às vezes, a gente simplesmente não quer elaborar um texto longo, com uma pauta complexa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os últimos dias tem sido muito difíceis em relação à escrita. Não sei dizer se é um acúmulo de cansaço por conta do último ano (e os últimos meses) que está me gerando um burnout ou se estou, realmente, em um período depressivo. Mas a verdade é que, por mais que eu ainda tenha posts dos quais queira elaborar, eu só não tenho a concentração e energia necessária para isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixar o blog parado me incomoda também, ainda que eu tenha avisado em um &lt;a target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tsuyushi.bearblog.dev/e-talvez-seja-mesmo-hiperfoco/"&gt;post passado&lt;/a&gt; que provavelmente aconteceria, pois eu havia decidido me dedicar a uma nova fanfic longa — o que não está acontecendo como eu gostaria, também. Justamente porque me concentrar é como &lt;strong&gt;arrancar uma unha&lt;/strong&gt;; simplesmente &lt;em&gt;doloroso.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou devendo ler e comentar uma infinidade de posts dos blogs que acompanho, também. Por hora, estou somente lendo em silêncio, quando a concentração me permite, tentando manter a vida nos trilhos, antes que tudo descarrilhe de vez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Setembro, também, não é exatamente um mês que me sinto &lt;em&gt;bem&lt;/em&gt;, por fatores extremamente pessoais que eu não gosto de abrir (ainda). Em especial o começo do mês. Eu acredito que, a partir de agora, as coisas sejam mais fáceis de ajeitar — mas essas primeiras semanas de Setembro, realmente, são muito desfavoráveis para mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho repensado, ainda, sobre como eu tenho lidado com o Overwatch — e o quanto realmente o tempo que ele tem ocupado está me drenando. Foi uma decisão um pouco estúpida minha, eu quero um título do final do Battle Pass e ainda faltam muitos níveis (apesar de eu ter 20 e tantos dias para conseguir tudo isso). Só que, pelo que eu vejo, mesmo se eu continue no ritmo que eu estou agora, talvez eu não consiga. E estou me degladiando se vale ou não a pena jogar tudo para o alto &lt;em&gt;agora&lt;/em&gt;, depois de todo esse esforço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltando ao tópico principal: com a entrada do microblog, eu também irei reformular o meu feed RSS. Como resolvi fazê-lo dentro do próprio blog (por hora) e não sei se todos que me assinam estão dispostos a ler posts mais curtos, às vezes muito mais frequentes do que a média normal, vou dar a opção de reassinar o feed somente com os posts longos! Além, claro, de poderem assinar ou somente o microblog ou o RSS geral. Espero que essas opções consigam agradar a todos que aqui me acompanham.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda há mais coisas a mexer no blog. Quero fazer um blogroll em breve, fazer as páginas extras para os meus universos originais — que, admito, estou postergando mesmo —, reformular a caixa de comentários (porque, acreditem, eu não estou muito satisfeita com o sistema que consegui colocar aqui, mas não sei se vocês se incomodam) e, possívelmente, mudar todo o layout do blog. Mas esse último é um &lt;em&gt;talvez&lt;/em&gt; muito extenso, porque eu precisaria, antes disso, fazer um sandbox para testar se tudo funcionaria. E, por hora, tudo isso são ideias que não sei se terei energia suficiente para colocar no papel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os feeds novos vou ajeitar após a publicação desse post, antes de começar meus afazeres fora de casa. A navegação já foi, também, atualizada para incluir o link exclusivo para o &lt;a href="https://tsuyushi.bearblog.dev/microblog/"&gt;microblog&lt;/a&gt;. A Home já está repaginada para ter o último microblog postado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vejo vocês em breve com essas novas aventuras!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;🎀🐇🎀&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode &lt;a href="https://tsuyushi.bearblog.dev/guestbook/" target="_blank"&gt;assinar o Guestbook&lt;/a&gt; se quiser deixar uma opinião geral,  me &lt;a href="https://letterbird.co/tsuyushi" target="_blank"&gt;enviar um e-mail&lt;/a&gt; ou deixar um comentário abaixo:&lt;/p&gt;
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    <link href="https://tsuyushi.bearblog.dev/apresentando-o-microblog/"/>
    <published>2026-09-12T16:47:00+00:00</published>
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    <id>https://ambivalentabout.bearblog.dev/o-possivel-segundo-impacto-dos-videogames/</id>
    <title>O possível segundo impacto dos videogames</title>
    <updated>2026-09-13T09:35:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>ambivalentabout</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Com o lançamento do GTA6 se aproximando e todas as pessoas quer queiram ou não vão comentar sobre daqui pra frente. E isso me faz perguntar o tanto de pressão que a indústria dos jogos não deve estar passando, no sentido de todos devem estar de olho em qual será o resultado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não imagino que o jogo irá falhar ou algo do tipo. Mas imagino que eles estão de olho no sentido que esse jogo precisa ser um sucesso absurdo pra justificar os milhões gastos em jogos AAA recentemente. Me arrisco a dizer que esse jogo seria o primeiro jogo rank S que vai sair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto pensava sobre isso, eu lembrei que antes existiam matérias nas revistas de videogame daqui sobre o quanto as empresas de jogos eram mais rentáveis que a indústria do cinema. Que o resultado final de gastos gerava um lucro infinitamente maior com a venda de jogos comparado ao cinema. Mas agora me pergunto se isso ainda é verdade. Lançar um jogo de empresa grande parece ter um custo gigantesco, todo o problema de pessoas que trabalham perdendo seus empregos porque a bolha dos anos 2000 finalmente explodiu e comprar estúdios menores que faziam jogos incríveis e não deram o lucro esperado e as vendas que não atingem certos patamares são automaticamente consideradas fracasso para investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas voltando ao jogo em questão. Todo esse problema causado pelo frenesi de um jogo que apesar da sua grandiosidade nunca realmente trouxe nenhum grande impacto no meio (essa palavra é horrível, mas vou ter que usar) "gamer". Não, não estou dizendo que GTA é ruim, nunca joguei nenhum jogo da série infelizmente, mas sei o quão incrível ele parece ser. Mas será mesmo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensa comigo, o quão frequente esse jogo é citado em discussões sobre jogos que são lembrados imediatamente por algo revolucionário. Eu tenho amigos que gostam bastante da Rockstar, mas nem eles citam esse jogo em conversas. Mas sabe qual jogo é sempre citado quando eles precisam lembrar de algo? Read Dead Redemption, eu perdi as contas de quantas vezes eles falam o quão esse jogo é incrível, mas GTA? Nunca. E é por isso que eu tenho pra mim que o GTA é basicamente o arroz com ovo dos jogos. Ele é fácil de ser consumido, te entretém e te satisfaz. Mas não expande em nenhum momento o seu paladar, ele não vai te trazer nenhuma experiência única ou que vai mudar sua maneira de ver comidas. Ele só te alimenta, e nem nutritivo ele acaba sendo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto que eu também é importante considerar, é que vemos muito a mídia ocidental botando esse jogo em um pedestal enorme, até mesmo com a situação do trailer ser exclusivo da Netflix. Mas me pergunto se fora desse eixo Américas/Europa, se o jogo realmente tem uma visibilidade e notícias tão frequente igual temos aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim, resta agora esperar o lançamento do jogo. E saber como ele vai transformar o futuro dos jogos. Se ele falhar (duvido, mas...) o impacto gigantesco que ele vai ter em empresas ocidentais deve ser monumental. Se ele der certo, o quão o ego de muitos investidores irá crescer e eles vão começar a querer que outras empresas sigam o mesmo caminho pra alcançar o mesmo sucesso (não vão) desse jogo. E pro caso dele falhar, será que teremos um novo E.T. e qual será o tipo de consequência que isso vai trazer caso aconteça.&lt;/p&gt;
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    <link href="https://ambivalentabout.bearblog.dev/o-possivel-segundo-impacto-dos-videogames/"/>
    <published>2026-09-13T09:35:00+00:00</published>
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    <id>https://ruadafeira.varzea.recife.br/a-camera-nao-importa/</id>
    <title>A câmera não importa</title>
    <updated>2026-09-12T17:44:35.354809+00:00</updated>
    <author>
      <name>ruadafeira</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Essa é uma frase que vejo muito fotógrafo falando (enquanto usa sua leica de 20 mil reais).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas é verdade, acho que passei pela mesma jornada que muito fotógrafo, você compra várias câmeras achando que isso vai melhorar sua fotografia e no fim você percebe que a câmera é só uma caixa preta com uma abertura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse momento você começa a se desfazer de algumas câmeras e começa a ficar só com o essencial. (eu já to querendo me desfazer de algumas)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois dessa jornada eu voltei a fotografar com minha câmera de brinquedo do aliexpress (Winait RS02), que é um clone da CampSnap.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você sabendo as limitações da câmera voce usa ela da melhor forma e tira o melhor dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais importante é o olhar do fotógrafo. A não ser que você vá imprimir um outdoor nem megapixels importam tanto assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou colocar umas fotos que tirei recentemente com a camera de brinquedo mas uma observação:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não recomendo comprá-la, caso queira algo similar a CampSnap eu recomendo mais a Alt Câmera do pessoal do &lt;a href='https://www.festivalfv.com.br/apps/lp/altbyffv'&gt;festival de filmes vencidos&lt;/a&gt;. Ela ja vem do Brasil e o pessoal ta criando um ecossistema bem legal. Se fosse hoje eu teria comprado ela.&lt;/p&gt;
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  title="Eu não sei como consegui sair pra fotografar · Maurício Bandeira"
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&gt;&lt;/iframe&gt;
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  title="7 de setembro, começa as prévias carnavalescas · Maurício Bandeira"
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&gt;&lt;/iframe&gt;
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--&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="mailto:mauricio.melo@tutanota.com?subject=Re:A câmera não importa"&gt;Responda por E-mail📨&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href='https://bearblog.dev/discover/random-post/' target='_blank'&gt;Estou com sorte!🍀&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="previous-post" href="/nao-mexam-com-o-doido" title="Não mexam com o doido"&gt;Previous&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
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    <published>2026-09-12T17:44:35.354809+00:00</published>
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    <id>https://spirit.bearblog.dev/analise-de-jogo-care-bears-to-the-rescue/</id>
    <title>[Análise de jogo] Care Bears: To The Rescue</title>
    <updated>2026-09-13T03:42:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>spirit</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Tivesse conhecido esse jogo alguns anos atrás, eu provavelmente nem chegaria perto. Eu nasci por volta da metade dos anos 1980, o que significa que eu só passei a ter gostos e a desenvolver interesses pessoais entre o finalzinho daquela década, e o comecinho dos anos 1990. Foi justamente nessa época que Ursinhos Carinhosos chegou no Brasil, pelo SBT, e se tornou minha “primeira série favorita”, digamos assim; a primeira grande franquia comercial pela qual desenvolvi interesse. Tive até festinha de aniversário temática quando pequenininho, e as fotos ficaram ótimas!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu sou o filho mais novo de dois, e enquanto eu sempre fui mais... erm... &lt;em&gt;sensível&lt;/em&gt;, meu irmão mais velho sempre foi mais moleque. Acontece que Ursinhos Carinhosos é uma série com ursinhos fofinhos, cheia de arco-íris e bichinhos com nariz e tatuagens no bumbum em formato de coração, que falavam de amor e amizade, o que significou que eu só pude demonstrar qualquer apreço por esta franquia num período bem curto da minha vida. Tive de “evoluir” rápido meus interesses pra Jaspion, Jiraya, Jiban, depois Cavaleiros do Zodíaco, Tartarugas Ninja, entre outras coisas mais “pa-pow!” de “menino mais crescidinho”, pois o bullying veio forte desde a base! E assim, Ursinhos Carinhosos se tornou algo de um passado distante, para o qual eu jamais imaginei que um dia retornaria. Mas eis que certo dia, zanzando pela área de atividades dos amigos no Steam, vi que um colega havia comprado o game Care Bears: To The Rescue. E como é de costume meu, cliquei pra ver do que se tratava. Eu sei que há um desenho novo dos Ursinhos Carinhosos, mas não fazia ideia de que também havia um jogo! E, pra minha grata surpresa, estava em promoção, saindo por volta de uns 5 reaizinhos! O jogo tinha poucas avaliações, mas em geral, pareceram ser bem positivas. E sendo eu uma criança dos anos 80 e 90, jogos de plataforma são parte da minha essência. Pesou também na escolha o fato de que é um jogo que permite jogatina cooperativa local, então comprei pra jogar com minha sobrinha. Abri o game só pra ver como era e, dias depois, cheguei ao final do jogo sozinho mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Care Bears: To the Rescue pode parecer um jogo voltado ao público infantil, e talvez o seja, o que não significa que se trate de um jogo desprovido de desafio. A progressão na dificuldade é interessante e bem implementada. Uma criança jogando sozinha vai sofrer um pouco. Mas por permitir jogatina cooperativa, Care Bears: To The Rescue é um jogo perfeito para um adulto jogar com seus pimpolhos, já que permite até quatro jogadores simultâneos. Não se trata de um jogo perfeito, mas por sorte, seus probleminhas são negligenciáveis, e não chegam a estragar a experiência. Tampouco se trata de um jogo revolucionário ou que eleva o padrão da indústria, o que não significa se tratar de um jogo ruim. Pelo contrário! Care Bears: To The Rescue é como um pãozinho com ovo ou pizza fria no café da manhã; como um prato de arroz com feijão bem temperadinho no almoço; rosquinha molhada no café com leite no fim de tarde enquanto você assiste algo bobo na TV. É um jogo-conforto bem polido, e vejo valor nisso!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Care Bears: To The Rescue, o jogador pode escolher um dentre uma seleção de ursinhos, e cada um oferece uma vantagem diferente. Um corre mais rápido, outro tem o poderzinho da barriga mais potente, outro dá dicas de colecionáveis escondidos pela fase, etc. Falando em colecionáveis, há cerca 100 deles escondidos pelas 35 fases do jogo. Tratam-se de &lt;em&gt;stickers&lt;/em&gt; de personagens, itens, lugares e veículos da série, que podem ser acessados por uma tela de menu para que o jogador possa conhecer mais detalhes sobre os mesmos, e conhecer melhor este universo. Não são difíceis de se encontrar (especialmente se você jogar com o Grumpy Bear, que além de ser o meu favorito por conta de sua carinha emburrada, tem a vantagem de apontar para a localização dos &lt;em&gt;stickers&lt;/em&gt; assim que você se aproxima deles), e podem servir de incentivo para expandir o tempo de jogatina. E falando em tempo, zerei o jogo com todos os colecionáveis em cerca de cinco horas. Não é um jogo super-curtinho, mas também não abusa do tempo do jogador. Quanto às conquistas, não é algo pelo qual eu particularmente me importo, mas sei que muita gente se interessa por isso, e digo que só me faltaram duas, que são justamente a de jogar em co-op, e a de reviver um amigo em uma partida em co-op, pois joguei o jogo sozinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante sua jornada, o jogador se deparará com trechos de fases onde só é possível avançar com a ajuda de outros ursinhos, que abrirão passagens, pontes ou plataformas. Isso é algo central neste universo, onde cada personagem possui características únicas, que se somam pelo bem coletivo. E num mundo violento que estimula cada vez mais a atomização do indivíduo, acho louvável que haja uma franquia como a dos Ursinhos Carinhosos, que ensine a não apenas a respeitar as diferenças, mas também acolhê-las e somá-las, para desmontar os encostos da ganância e do cinismo, e espalhar o amor e o afeto em prol de um mundo mais colorido, coletivo e diverso; pra fazer a gente se importar mais uns com os outros!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me sinto grato por, a esta altura da vida, ter podido me despir da vergonha que veste todo jovem burro, e não me privar de jogar um “jogo de criancinha” que supostamente faria algumas pessoas rirem de mim. A única coisa a se lamentar em relação ao mesmo, é a falta de uma localização para o português brasileiro. Mas quase quarenta anos depois de ter conhecido estes adoráveis ursinhos, foi um grande prazer poder revisitá-los por meio de Care Bears: To The Rescue!&lt;/p&gt;
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    <link href="https://spirit.bearblog.dev/analise-de-jogo-care-bears-to-the-rescue/"/>
    <published>2026-09-13T03:42:00+00:00</published>
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    <id>https://rebuscarla.bearblog.dev/biografinha/</id>
    <title>biografinha</title>
    <updated>2026-09-13T15:52:00+00:00</updated>
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      <name>rebuscarla</name>
      <email>hidden</email>
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    <content type="html">&lt;h1 id=biografinha-sobre-mim&gt;Biografinha // Sobre mim&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Oi, pessoa! Aceita um chá ou café? Aqui vou me apresentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sou Carla Miranda, formada em psicologia desde 2015, especialista de treinamento bolsista em serviço em atenção hospitalar com ênfase em gestão do cuidado desde 2019, integrante da Associação LGBT+ Cores da Resistência desde 2021, e representante dela no biênio atual do Conselho Municipal de Saúde de Garanhuns-PE.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também sou artista do som, movimento e escrita, mas por ora não comercializo minha arte; sou fluente em inglês, sei ler e cantar em espanhol e estou estudando libras na vontade de ser intérprete nas áreas de saúde e cultura. Tenho experiência nas giras entre saúde, cultura, educação e movimentos sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalho como psicoterapeuta desde 2020, me oriento nesse trabalho pelas referências da saúde coletiva e psicologia soviética desde 2023, e ofereço serviço de supervisão clínica desde 2025. Gostasse? Aqui quero compartilhar o que passeia na minha visão de mundo com quem passar de boa fé. Tem bolo de macaxeira, pega.&lt;/p&gt;
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    <link href="https://rebuscarla.bearblog.dev/biografinha/"/>
    <published>2026-09-13T15:52:00+00:00</published>
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