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  <title>Bear Blog Trending Posts</title>
  <updated>2026-04-21T16:59:57.677899+00:00</updated>
  <author>
    <name>Bear Blog</name>
    <email>feed@bearblog.dev</email>
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  <subtitle>Trending posts on Bear Blog</subtitle>
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    <id>https://fragmentadamente.bearblog.dev/acordar-com-uma-musica-na-cabeca/</id>
    <title>Acordar com uma música na cabeça</title>
    <updated>2026-04-19T08:31:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Há uma característica minha que gosto particularmente: &lt;strong&gt;quase todos os dias acordo com uma música a tocar na minha cabeça.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Umas vezes são músicas que ouvi recentemente, outras, músicas que já nem me recordava que existiam, até musicas que não sei o nome e depois procuro pela letra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São sempre músicas que me agradam, o dia parece até começar de uma forma melhor em relação aos poucos dias em que isso não acontece. É como ter uma playlist em aleatório só à espera de começar o dia para dar play.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje foi a "(Don't Fear) The Reaper" dos Blue Öyster Cult e ontem a "Bicycle Race" dos Queen. Normalmente oiço apenas um loop constante da parte mais memorável ou do refrão, ou até apenas a melodia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De certo que haverá mais gente no mundo com um acordar tão musical quanto o meu, mas, até ao momento, nunca conheci ninguém a quem tenha contado que passe pelo mesmo.&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-19T08:31:00+00:00</published>
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    <id>https://fragmentadamente.bearblog.dev/combater-a-enshittificacao-2/</id>
    <title>Combater a enshittificação #2</title>
    <updated>2026-04-18T10:40:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;E aqui estamos, quase duas semanas após a publicação do meu primeiro post aqui no blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este novo hábito entrou na minha rotina sem qualquer resistência. Tenho adorado a experiência de abrandar a minha mente e tentar focar-me no que me estou a pensar no momento, sem o reflexo de pesquisar sobre isso e a interrupção constante das notificações aleatórias de redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Certas medidas que tomei ajudaram-me imenso no que toca a deixar (as poucas) redes sociais que ainda tinha. Foram elas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Desinstalar redes sociais&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Desinstalar YouTube&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Hospedar servidor Matrix e começar a utilizar a rede&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Ao criar o meu servidor Matrix, criei também pontes para as mensagens do Instagram e do WhatsApp chegarem até mim sem ter de lhes aceder diretamente, o que me permite manter o contacto com as pessoas com quem falo sem ter de as convencer a mudar de plataforma, e ao mesmo tempo mantém-me distante das outras funcionalidades dessas redes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como resultado tenho passado muito mais tempo a fazer coisas que me dão prazer como: escrever, ler posts dos blogs que mais gosto aqui no Bear, jogar com amigos, andar de bicicleta e cuidar do meu homelab 💙
&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=area-tecnica&gt;Área técnica ⚠️&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Por falar no homelab, gostei muito de como ficou o meu setup. Tenho o meu servidor em casa com todos os serviços a correr em Docker, e exponho-os à internet através de um VPS.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=em-casa&gt;Em casa:&lt;/h3&gt;&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Synapse&lt;/strong&gt; - servidor Matrix&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Nextcloud&lt;/strong&gt; - cloud pessoal para documentos, notas e fotografias&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PostgreSQL&lt;/strong&gt; - base de dados partilhada por todos os serviços&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Caddy&lt;/strong&gt; - reverse proxy para todos os serviços&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;mautrix-whatsapp&lt;/strong&gt; - ponte para mensagens WhatsApp&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;mautrix-meta&lt;/strong&gt; - ponte para mensagens Instagram&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;musicbot&lt;/strong&gt; - bot de música para chamadas Matrix&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Portainer&lt;/strong&gt; - gestão de containers&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Synapse Admin&lt;/strong&gt; - gestão do servidor Matrix
&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 id=no-vps&gt;No VPS:&lt;/h3&gt;&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Caddy layer4&lt;/strong&gt; - proxy TCP que encaminha o tráfego para casa via Tailscale, escondendo o IP doméstico&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;caddy-livekit&lt;/strong&gt; - Caddy com routing SNI para os serviços LiveKit e Ntfy&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;LiveKit&lt;/strong&gt; - servidor de chamadas de áudio e vídeo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;LiveKit JWT&lt;/strong&gt; - serviço de autenticação para o LiveKit&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;coturn&lt;/strong&gt; - servidor TURN para chamadas (WebRTC)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ntfy&lt;/strong&gt; - notificações push para o telemóvel&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Uptime Kuma&lt;/strong&gt; - monitoriza todos os serviços e alerta via Matrix e Ntfy&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em termos de segurança, tenho o meu IP doméstico completamente escondido atrás do VPS fazendo a comunicação entre as duas máquinas através do Tailscale e encaminhando o tráfego pelo Caddy, sendo que o TLS termina em casa para que o VPS nunca veja o tráfego desencriptado, com certificados SSL para o meu domínio obtidos via DNS challenge com a Cloudflare.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiz o setup do fail2ban e unattended-upgrades em ambas as máquinas, e tenho autenticação de 2 fatores em todos os logins, e apenas as portas necessárias abertas.&lt;/p&gt;
&lt;h3 id=projetos-futuros&gt;Projetos Futuros:&lt;/h3&gt;&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;CCTV com Frigate + Home Assistant&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Jellyfin para música&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
    <link href="https://fragmentadamente.bearblog.dev/combater-a-enshittificacao-2/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-18T10:40:00+00:00</published>
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    <id>https://blog.rotaurbana.bike/onibus-atrasado-como-reportar-para-a-sptrans/</id>
    <title>Ônibus atrasado? Como reportar para a SPTrans</title>
    <updated>2026-04-20T03:45:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>rotaurbana</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;Atualizado há 1 dia, 5 horas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href='https://blog.rotaurbana.bike/denunciando-direcao-perigosa-de-motoristas-de-onibus-em-sao-paulo/' target='_blank'&gt;post anterior&lt;/a&gt; explicou sobre como é estruturado o transporte público por ônibus na cidade de São Paulo, dividido em 32 lotes que são geridos por diferentes concessionárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentre as obrigações dessas concessionárias, elas devem se atentar a um cronograma de partidas em que os ônibus devem sair dos terminais nos horários pré-definidos pela SPTrans e disponíveis no &lt;a href='https://sptrans.com.br' target='_blank'&gt;site&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse cronograma garante uma frequência mínima em que os ônibus irão passar em determinado ponto de acordo com a hora do dia e o planejamento estratégico da SPTrans (que nem sempre é dos melhores...).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando esse cronograma não é cumprido, por se tratar de uma obrigação contratual, podem haver sanções para a concessionária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por mais que a SPTrans fiscalizar de forma ativa, nem sempre consegue atender a todos os atrasos sem que haja a denúncia formal dos passageiros e, para isso, disponibiliza um caminho específico dentro do &lt;a href='https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/servicos/informacao?t=573&amp;a=2064&amp;servico=982' target='_blank'&gt;Portal SP156&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Através do link &lt;a href='https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/servicos/informacao?t=573&amp;a=2064&amp;servico=982'&gt;https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal/servicos/informacao?t=573&amp;a=2064&amp;servico=982&lt;/a&gt; é possível realizar a reclamação formal por intervalo excessivo da linha, informando apenas os seguintes dados:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Endereço do ponto de ônibus;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Data e hora;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Qual a linha que está com intervalo excessivo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tempo de espera no ponto;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Demais informações que comprovem o alegado, sendo possível inclusive anexar fotos e vídeos.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Essa denúncia pode ser realizada tanto de forma anônima quanto identificada. No caso da denúncia anônima, é gerado um número de protocolo para acompanhar a solicitação no site da prefeitura, enquanto se a denúncia for identificada, poderá ser acompanhada em "Minhas Solicitações" após realizar o login.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, é importante ressaltar que esse tipo de protocolo gera um retorno formal por parte da SPTrans que especifica se realmente houve ou não o descumprimento contratual, como no exemplo abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/rotaurbana/captura-de-tela-2026-04-20-004046.webp" alt="Captura de tela da resposta da reclamação pela SPTrans onde se lê &amp;quot;Prezado Cidadão, comunicamos a área técnica responsável a qual nos informou o que segue: Em análise aos registros informatizados do Sistema Integrado de Monitoramento – SIM, programa eletrônico de aferição do cumprimento de viagens estipuladas por esta gestora, através de fiscalização eletrônica realizada na data e faixa horária reclamada, constatou-se que a referida linha apresentou descumprimento de partidas, o que gerou intervalo excessivo, motivo pelo qual foram aplicadas as medidas cabíveis, em consonância com os preceitos legais. Contudo, diante da reclamação e visando o cumprimento das disposições determinadas por esta Gestora, a fiscalização será intensificada, tanto no desempenho da operação, quanto no comportamento dos operadores e, na constatação de quaisquer anormalidades, que possam comprometer a qualidade dos serviços prestados, serão aplicadas as penalidades cabíveis, conforme Legislação vigente. A São Paulo Transporte S/A - SPTrans agradece o seu contato.&amp;quot;" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, o primeiro passo para cobrarmos melhorias do transporte público é garantir que existam os dados formais para comprovar os descumprimentos contratuais e exigir as melhorias pretendidas. O procedimento é simples, rápido e essencial para garantir uma fiscalização efetiva da qualidade das concessões de transporte público dentro do município.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;Ficou com alguma dúvida ou quer comentar sobre o assunto? Fique a vontade para enviar um &lt;a href='mailto:contato@rotaurbana.bike' target='_blank'&gt;e-mail&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;&lt;a class="previous-post" href="/denunciando-direcao-perigosa-de-motoristas-de-onibus-em-sao-paulo" title="Denunciando direção perigosa de motoristas de ônibus em São Paulo"&gt;Previous&lt;/a&gt; | &gt;&lt;/p&gt;
</content>
    <link href="https://blog.rotaurbana.bike/onibus-atrasado-como-reportar-para-a-sptrans/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-20T03:45:00+00:00</published>
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    <id>https://logs.bearblog.dev/blogs-sem-comentarios-e-otimo/</id>
    <title>Blogs sem comentários é ótimo!</title>
    <updated>2026-04-17T15:49:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>logs</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Gente, eu estou adorando não ter esse tipo de coisa aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu acho super bacana você ter uma interação com seu público, tanto que ainda tenho meus comentários ativados no meu outro blog e também gosto de comentar no blog das outras pessoas que sigo, mas ultimamente estou recebendo tantos comentários spam em posts lá no meu outro blog e isso está me irritando profundamente e está me fazendo amar ter esse espaço sem isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que isso não impede de alguém me mandar um email spam, mas o fato de ter esse "passo a mais" faz com que pessoas que realmente se identificaram com seu conteúdo e querem mostrar o ponto de vista deles sobre alguma coisa, comentem. Isso já ajuda muito a reduzir esse monte de gente ou bot invadindo meu espaço e me estressando toda vez que tenho que verificar o spam.&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-17T15:49:00+00:00</published>
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    <id>https://logs.bearblog.dev/aprendendo-a-melhorar-o-bear/</id>
    <title>Aprendendo a melhorar o Bear</title>
    <updated>2026-04-14T12:26:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>logs</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Quando comecei a escrever aqui, achei que seria super difícil deixar o blog a “minha cara”. Mas achei mais fácil do que imaginava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Herman disponibilizou documentos que ajudam a fazer essa configuração e deixar o blog do jeito que você quer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Decidi investir meu tempo hoje e mudar o layout dele assim como adicionar a página de contato, com a informação separada da minha página inicial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tema escolhido é o que o &lt;a href='https://robertbirming.com/bearly-bear-theme/' target='_blank'&gt;Robert Birming&lt;/a&gt; disponibiliza no blog dele e fiz algumas alterações visuais para deixar do jeitinho que eu queria. E olha que tenho pouca experiência em HTML e CSS (só o básico), mas fuçando aqui e ali, encontrei as respostas que queria para deixar esse lugar a coisa mais fofa do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou super orgulhosa! 🥲&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-14T12:26:00+00:00</published>
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    <id>https://fragmentadamente.bearblog.dev/emprego/</id>
    <title>Emprego</title>
    <updated>2026-04-17T11:32:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Um emprego nada mais é que uma ponte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu emprego permite-me fazer aquilo que verdadeiramente gosto quando não estou a trabalhar. É durante o meu expediente que planeio mentalmente o que vou fazer ao sair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando chega a hora há sempre mil e uma coisas maravilhosas à minha espera cá fora e é isso que o torna tolerável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nunca fui capaz de misturar ambos os mundos. Era incapaz de desfrutar dos meus hobbies se se tornassem o meu emprego. Gosto da ausência de compromisso; quero poder largar o que estou a fazer e só pegar novamente quando tiver vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas atravessar a ponte é parte do processo. Se eu vivesse apenas do lado solarengo, este perderia o seu encanto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A criatividade ganha força quando contida. A paixão cresce com a saudade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então por mais que eu não goste de ser forçado a ter um, prefiro encará-lo desta forma leve e despreocupada.&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-17T11:32:00+00:00</published>
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    <id>https://fragmentadamente.bearblog.dev/voltar-a-correr/</id>
    <title>Voltar a correr</title>
    <updated>2026-04-14T11:39:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Tenho sentido uma certa ansiedade em torno de voltar ao ativo na corrida. Deixei-me desmotivar imenso quando ganhei a lesão no joelho e por um largo tempo nem recuperação tentei fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nunca tinha tido uma lesão duradoura anteriormente, sempre foi parar dois ou três dias e voltar de seguida sem pensar mais no assunto. Desta vez já lá vão quase dois meses... Tentei retornar algumas vezes nesse espaço de tempo, e o corpo simplesmente não conseguiu acompanhar a minha vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Decidi que amanhã, quarta-feira, vou voltar a tentar. Dê por onde der vou arranjar forças para simplesmente sair de casa de manhã e correr. Tenho de saber se já o consigo fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou inscrito numa meia maratona em Maio, é engraçado reparar que era praticamente a única coisa em que eu pensava há meses desde o ano passado, estava num bloco de treino que estava a correr na perfeição. Pode ser que amanhã tudo volte ao normal e a minha obsessão por bater a 1h30 volte a assumir controlo da minha vida.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Update (15/04):&lt;/strong&gt; a corrida correu bem e fez-me relembrar o quanto eu adoro este desporto, mas fiquei a sentir algum desconforto novamente, principalmente ao descer escadas. Talvez ainda seja cedo para voltar...&lt;/p&gt;
</content>
    <link href="https://fragmentadamente.bearblog.dev/voltar-a-correr/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-14T11:39:00+00:00</published>
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    <id>https://fragmentadamente.bearblog.dev/idas-ao-barbeiro/</id>
    <title>Idas ao barbeiro</title>
    <updated>2026-04-15T10:34:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Há poucos outros eventos que se possa dizer que se assemelham a uma ida ao barbeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não acredito que se vá cortar o cabelo/barba por necessidade, no verdadeiro sentido da palavra. Vamos quando começa a dar trabalho a mais de manhã, o vento nos atrapalha em tudo o que fazemos, os produtos que usamos desde sempre já não estão a conseguir fazer o seu trabalho, quando já não nos sentimos bonitos. Vamos por comodidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas deixando um pouco de parte o que nos faz lá ir, quero focar-me no momento em si, na arte e no artista.
Um bom barbeiro é um camaleão, adapta-se ao cliente que está a atender, à sua personalidade, aos seus interesses. Sabe escutar, falar e abster-se com um timing tão aperfeiçoado que nem nos apercebemos que estamos fomos parte da sua atuação até que terminamos a nossa visita e fica apenas aquela satisfação e vontade de voltar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ir ao barbeiro é também como depositar o presente numa cápsula do tempo. Encontramo-nos com aquela pessoa constantemente em fases diferentes das nossas vidas, os interesses mudam, as ideias que fluem são sempre diferentes e acabamos sempre por absorver um pouco do que ouvimos. Contamos o que estamos a passar, descobertas interessantes, infelicidades e alegrias; trocamos opiniões e no final saímos sempre como pessoas mais completas, apesar do cabelo que perdemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São confidentes, amigos e psicólogos. Conhecem-nos como poucos outros, e guardam tudo para si mesmos. São verdadeiros poços sem fundo.&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-15T10:34:00+00:00</published>
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    <id>https://blogdoth.bearblog.dev/pequenas-negociacoes-diarias/</id>
    <title>Pequenas negociações diárias</title>
    <updated>2026-04-18T14:53:39.849758+00:00</updated>
    <author>
      <name>blogdoth</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Aqui em casa é normal a gente tomar café da manhã separado nos finais de semana e isso é completamente de boa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu costumo acordar muito cedo, lá pelas 7h30. A Bianca, dependendo de como foi a sexta e o ritmo da semana, só aparece depois das 10h30. Tem dias que eu fico esperando ela pra gente tomar junto, mas na maioria das vezes acabo não esperando porque não gosto de café da manhã muito tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início ela ficava chateada, achava que "não era romântico". Com o tempo a gente foi entendendo que não precisa ser, e que cada um tem seu tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje tem uma coisa engraçada nisso tudo: quando ela finalmente sai do quarto e me encontra já com o segundo café na mão, assistindo alguma coisa ou lendo, ela já sabe que o meu sábado começou faz tempo. Aí ela prepara o dela com calma, do jeito dela, e a gente acaba se encontrando em algum ponto da manhã pra conversar sobre nada e sobre tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses encontros sem pressa têm um sabor diferente, talvez até mais gostoso do que se os dois tivéssemos nos arrastado pra mesa com sono ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos dias úteis é diferente. A gente toma café junto todos os dias, sem exceção. Como eu gasto menos tempo pra me arrumar, fico responsável por preparar tudo. Quando ela fica pronta, o café já está na mesa, às vezes com ovos mexidos ou queijo quente. Isso otimiza o tempo e dá espaço pra ela fazer o que precisa sem pressão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São esses detalhes do dia a dia, construídos com conversa e alinhamento, que fazem um relacionamento ser leve e saudável. A gente aprendeu a respeitar o tempo um do outro e isso mudou muita coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fundo, acho que é exatamente disso que um relacionamento é feito: não de grandes gestos ou rotinas perfeitas, mas de pequenas negociações diárias que a gente nem percebe que está fazendo. Cada café preparado antes da outra pessoa acordar, cada "tudo bem, vai lá tomar o seu" dito sem mágoa é uma forma silenciosa de amor. A gente não aprendeu isso em nenhum livro. Foi aprendendo junto, errando, conversando e tomando muito café.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Este blog não tem comentários, se quiser conversar comigo sobre este post &lt;a href="mailto:87thiagoandrade@gmail.com?subject=Re:%20Pequenas negociações diárias"&gt;me envie um e-mail.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;hr /&gt;
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                &lt;time datetime="2025-10-23T11:00Z"&gt;
    23 Oct, 2025
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    11 Sep, 2025
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    28 Aug, 2025
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    &lt;/li&gt;
    
&lt;/ul&gt;‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎ ‎&lt;/p&gt;
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    <link href="https://blogdoth.bearblog.dev/pequenas-negociacoes-diarias/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-18T14:53:39.849758+00:00</published>
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    <id>https://fragmentadamente.bearblog.dev/fins-de-tarde/</id>
    <title>Fins de tarde</title>
    <updated>2026-04-20T19:27:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Fins de tarde na varanda, em família, com uma cerveja ou um gelado. Conversar, contar como foi o dia, rir e relaxar. O horário de verão traz estas pequenas alegrias, traz vida à parte final do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não penso no que não correu bem, o dia perde todo o seu peso e tudo o que importa é o aqui e o agora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como é bom chegar a casa 💙&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-20T19:27:00+00:00</published>
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    <id>https://blog.brunoalves.cc/caramba-nao-e-que-publiquei-um-livro-mesmo/</id>
    <title>Caramba, não é que publiquei um livro mesmo?</title>
    <updated>2026-04-16T13:02:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>alves</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Na tarde de terça-feira, subi à portaria para buscar uma caixa de livros. Eram 30 exemplares, não que desse para ver por fora: era um pacote até que miúdo, leve, tranquilo de carregar ladeira abaixo. Eu havia recebido no dia anterior o e-mail avisando do despacho, mas na hora estava com a cabeça tão ocupada com os afazeres da rotina que nem me demorei demais no assunto. Só depois de chegar em casa, desempacotar o primeiro exemplar e folhear pelos textos familiares foi que caiu a ficha: caramba, aconteceu mesmo, né?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/alves/ornitologia.webp" alt="E ficou uma beleza, diz aí" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em certo sentido, foi tão rápido que mal percebi rolando. Em dezembro inscrevi minha coleção de poemas em uma chamada para publicação na Bienal, no fim de janeiro recebi o aceite, em fevereiro rolou a campanha de financiamento, e em abril os exemplares já estão aqui em casa. Sou cria do mercado editorial, bem ou mal, e já estava crente, crente de que se o livro saísse na Bienal já era lucro. Mas foi um processo ligeiro, sem grandes preocupações, que seguiu no plano de fundo das preocupações mais imediatas do cotidiano, um motorzinho roncando nos bastidores da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E voilà! &lt;strong&gt;Ornitologia especulativa e outros ritos&lt;/strong&gt;, com o perdão do título espalhafatoso. Meu primeiro livro oficialmente publicado. Caramba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É em parte surreal, em parte irônico. Sempre me considerei prosador em primeiro lugar: a maioria dos meus esforços literários desde a adolescência ocorreu na direção de um romance, curto ou leve, realista ou mágico, lúdico ou sóbrio. É engraçado pensar que estou há já uns três anos tentando escrever meu romance principal, a obra que me escorre dos dedos de mês em mês e contiua na labuta (e deve entrar em sua quarta versão em breve), mas é com a poesia que tenho a experiência de pela primeira vez pegar um livro e chamá-lo de meu. Não muda o orgulho: olha só que beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em retrospecto, verdade seja dita, com a poesia eu flertava só ocasionalmente, e mais nos últimos três anos, quando me despertou um desejo de ler e escrever poemas com mais frequência. O que mais me impedia de tentar algo assim era uma falta de confiança, mas ainda me lembro do marido me presenteando com um bloquinho de notas depois de uma conversa, para eu ter como escrever um poema onde quer que fosse, sem grande empecilho. Acho que foi isso mesmo que me levou a compor com mais frequência ou afinco, sem grandes pretensões, de modo que ao fim do ano passado eu finalmente tivesse o que mandar para uma editora quando as chamadas porventura abrissem. O famoso &lt;em&gt;vai que&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E abriram, e &lt;em&gt;foi&lt;/em&gt;. Olha só. Nasceu. E auspicioso demais que tenha sido pela editora Urutau, a ave-fantasma, a mãe-da-lua. Os amigos sabem que o urutau-grande é a minha ave favorita e representa muito bem o tom que eu queria alcançar com os meus poemas, no limiar um tanto sinistro entre as ruídos da noite e o canto dos pássaros. Por isso que ele está inclusive no meu poema-convite à leitura:&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/alves/qc.webp" width="400" style="display:block; margin:0 auto;"&gt;
&lt;p&gt;Bem, bem — não é um projeto enorme, mas preciso dizer que ficou bem a minha cara: meu misto de teofanias e passarinhadas, que são os assuntos que sempre me perseguem. O trabalho da editora também ficou um primor: um livrinho que esbanja elegância em sua miudeza. Não tenho nem roupa para segurar o livro direito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, a sério: pude folhear os poemas, ler um ou outro, mas não ler nada com atenção demais, porque agora que estão no papel e indissolúveis parece que se tornaram concretos até demais: não tenho mais como trocar um verso de lugar ou ajustar um detalhe se me ocorrer, como foi quando os reli de novo e de novo na tela do computador. E são poemas meio esvoaçantes por natureza... Não, não: acho que vou deixá-los em paz por um bom momento, até o tempo e a distância fazerem aquele trabalho inevitável. Que fiquem para vocês, se o aceitarem. Só cuidado: tem uma foto enorme minha nas primeiras páginas, cobrindo a folha toda, então não levem um susto, como levei na primeira vez que vi: nesse mundo os tímidos não têm vez mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o que me resta é autografar umas dezenas de exemplares e mandar o grosso de volta para a editora, que deve encaminhar os devidos exemplares para os compradores. Quem comprou a versão no financiamento vai ter que me desculpar por estar escrevendo aqui em vez de trabalhando nisso agora. Juro que vou tentar aprontar isso tudo para amanhã, antes que o feriadão da semana que vem devore os dias. E muito obrigado a todo mundo que participou da campanha: quem me conhece sabe que eu já não gosto de aparecer e menos ainda de pedir alguma coisa, então apesar dos apesares esse deve ter sido o momento mais aterrador dessa breve jornada. Tive que fazer um vídeo para o Instagram. Cruzes. Graças a Deus eu só &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; cursei Publicidade e Propaganda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E olha só que, como disse lá no começo, a chamada era para lançamento na Bienal. Então em algum momento do segundo semestre eu devo estar zanzando por um estande em São Paulo, perguntando se alguém se interessa em ler um poeminha no sigilo. A gente se vê lá, eu acho.........?&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-16T13:02:00+00:00</published>
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    <id>https://logs.bearblog.dev/beneficios-de-ter-uma-vida-comum/</id>
    <title>Benefícios de ter uma vida comum</title>
    <updated>2026-04-13T20:40:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>logs</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Lá na minha adolescência (sniff) eu sempre quis ter aquela coisa de ser uma pessoa vista por todos, ter um perfil em rede social para mostrar minha vida e acompanhar pessoas que nem sabem da minha existência. E foi assim por um bom tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois que comecei a crescer e entender o real sentido das coisas, comecei a perceber que essa exposição é completamente desnecessária e às vezes pode ser prejudicial para a nossa vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi então que decidi parar de me expor, mesmo para as pessoas mais próximas. E isso foi libertador!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Viver uma vida sem plateia é a melhor coisa que você pode fazer para si. Você consegue viver com mais tranquilidade, sem precisar ter aquela pira de mostrar para todo mundo aonde você está, o que está comendo, as conquistas que está tendo. Você não precisa estar buscando incansavelmente pela perfeição, por parecer interessante o tempo todo e nem fingir ser algo que não é só para agradar seu público (que às vezes você nem sabe quem é).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Viver os momentos da sua vida comum te abre a mente para outra realidade, você começa a perceber coisas que simplesmente passam despercebido quando você está preocupado(a) em ser a pessoa perfeita. Você passa a ter um olhar diferente à sua volta, você tira um tempo para ouvir uma história inspiradora, você relembra de momentos vividos e sentimentos surgem, você aprecia um momento em silêncio em uma tarde ensolarada na sua casa, você simplesmente vive!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então o meu conselho é: não transforme &lt;strong&gt;tudo&lt;/strong&gt; na sua vida em uma exposição, você deixa de apreciar tanta coisa que a vida te dá que quando chegar lá na frente, você vai se lamentar por não ter feito isso antes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não seja radical, mas esteja mais atento e reflita: vale a pena eu me preocupar em publicar esse momento da minha vida ou simplesmente vivê-lo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/logs/flor-1.webp" alt="Flor" /&gt;&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-13T20:40:00+00:00</published>
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    <id>https://gthoughts.blog.br/guarda-compartilhada-de-animais-de-estimacao/</id>
    <title>Guarda compartilhada de animais de estimação</title>
    <updated>2026-04-19T00:30:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>guisthoughts</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;h1 id=introducao&gt;Introdução&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Estava navegando pelas notícias da &lt;mark&gt;&lt;em&gt;Agência Câmara de Notícias&lt;/em&gt;&lt;/mark&gt; quando me deparei um uma que chamou muito minha atenção: &lt;a href='https://www.camara.leg.br/noticias/1264372-lei-define-regras-para-a-guarda-compartilhada-de-pets/' target='_blank'&gt;Lei define regras para a guarda compartilhada de pets&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Publicada no Diário Oficial da União ontem, 17 de abril de 2026, a &lt;a href='https://in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.392-de-16-de-abril-de-2026-700224189' target='_blank'&gt;Lei nº 15.392, de 16 de abril de 2026&lt;/a&gt; dispõe, em oito artigos, sobre regras para a custódia compartilhada de animais de estimação no caso de dissolução de casamento ou união estável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando que a Lei já encontra-se em vigor, acredito que finalmente trará maior segurança jurídica sobre o tema que já era tratado pelo judiciário sem uma base legal específica.&lt;/p&gt;
&lt;h1 id=entendimento-do-tjsp-anterior-a-vigencia-da-lei-federal-no-153922026&gt;Entendimento do TJSP anterior à vigência da Lei Federal nº 15.392/2026&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Anteriormente à vigência desta nova Lei, o TJSP tem diversos julgados sobre o tema, principalmente em relação ao regime de convivência, como por exemplo, a Decisão monocrática no agravo de instrumento nº &lt;a href='https://eproc1g.tjsp.jus.br/eproc/externo_controlador.php?acao=jurisprudencia@jurisprudencia/download_inteiro_teor&amp;id_jurisprudencia=621763396032667873915497377772&amp;termosPesquisados=YW5pbWFsIGRlIGVzdGltYWNhb3xndWFyZGEgY29tcGFydGlsaGFkYQ==' target='_blank'&gt;4014334-97.2025.8.26.0000/SP&lt;/a&gt;, que determinou o restabelecimento do regime de convivência alternada de 3 semanas entre os tutores, sob pena de multa diária. Ou ainda o acórdão de apelação que indeferiu o pedido de guarda exclusiva da Autora pela ausência de comprovação de prejuízo no convívio com a Ré:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Bem móvel semovente – Discussão sobre a guarda de animal e regime de visitas após a dissolução da união entre as partes – Autora que comprovou exercer cuidados, &lt;strong&gt;mas não demonstrou prejuízo no convívio com a ré&lt;/strong&gt; – Sentença mantida – Improvimento.(g.n)&lt;sup class="footnote-ref" id="fnref-1"&gt;&lt;a href="#fn-1"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Basicamente o Tribunal de Justiça de São Paulo possui, até então, o entendimento consolidado de que o animal de estimação, embora anteriormente considerado mero bem semovente, é um ser senciente capaz de estabelecer vínculo afetivo com os seus tutores, sendo a guarda compartilhada uma maneira de preservar o bem-estar e a saúde física/emocional do animal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desse modo, o então entendimento do TJSP é pela guarda compartilhada e da estipulação de regime de convivência caso as partes não conseguissem chegar em um acordo por conta própria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já em relação aos gastos com o animal, o entendimento é de que não há possibilidade de aplicação análoga dos dispositivos de direito de família em relação a pensão alimentícia, uma vez que o animal não é sujeito de direito:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;DIREITO CIVIL. APELAÇÃO. ALIMENTOS PARA ANIMAL DE ESTIMAÇÃO. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA. IRRESIGNAÇÃO DA AUTORA. I. Caso em Exame. 1. Ação de Alimentos para Animal de Estimação julgada improcedente em primeira instância. A autora, que ficou com a posse exclusiva do animal após a separação de fato e posterior divórcio, busca a condenação do réu ao pagamento de pensão alimentícia para o animal. II. Questão em Discussão 2. A questão em discussão consiste em determinar se é possível aplicar, por analogia, as disposições do Direito de Família sobre pensão alimentícia aos animais de estimação adquiridos durante o matrimônio. III. Razões de Decidir. &lt;strong&gt;3. Os animais de estimação, embora mereçam proteção jurídica especial, não podem ser considerados sujeitos de direito, devendo ser tratados como bens no contexto do Direito Civil.4. As despesas com o custeio da subsistência dos animais são obrigações inerentes à condição de dono, sendo de responsabilidade exclusiva da parte que detém a posse do animal.&lt;/strong&gt; IV. Dispositivo e Tese. 5. Recurso da autora a que se NEGA PROVIMENTO. Tese de julgamento: 1. A relação jurídica envolvendo animais de estimação está inserida no direito de propriedade e no direito das coisas. 2. Não se aplica analogicamente as disposições do Direito de Família sobre pensão alimentícia aos animais de estimação. Legislação Citada: Código Civil, art. 82. Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, art. 4º. Código de Processo Civil, art. 85, §11, art. 98, §3º, art. 1.025. Jurisprudência Citada: TJSP, Conflito de competência cível 0044262-35.2023.8.26.0000, Rel. Des. Ana Luiza Villa Nova, Câmara Especial, j. 29/02/2024. STJ, REsp 1944228/SP, Rel. Min. Ricardo Villas Bôas Cueva, T3, j. 18/10/2022. TJSP, Apelação Cível 1001191-08.2023.8.26.0083, Rel. Des. Alcides Leopoldo, 4ª Câmara de Direito Privado, j. 04/07/2024. (g.n)&lt;sup class="footnote-ref" id="fnref-2"&gt;&lt;a href="#fn-2"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Desse modo, as decisões a respeito de gastos e custódia não conseguiam trazer segurança jurídica esperada uma vez que não possuíam fundamentação legal específica para tratar com clareza sobre o assunto.&lt;/p&gt;
&lt;h1 id=o-que-ficou-definido-pela-lei-federal-no-153922026&gt;O que ficou definido pela Lei Federal nº 15.392/2026&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Agora com a vigência desta nova Lei Específica que trata sobre o tema, algumas questões ficam claras e deixam de depender de uma interpretação completamente subjetiva do judiciário.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=convivio&gt;Convívio&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Conforme disposto no Art. 2º, na dissolução do casamento ou da união estável, quando ausente acordo sobre a custódia do animal de estimação, a regra será pelo compartilhamento da custódia entre as partes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda, o parágrafo único define que a presunção da propriedade comum do animal leva em consideração que o tempo de vida dele tenha ocorrido majoritariamente durante a constância do casamento ou união estável. Isto é, um cachorro que foi adotado um ano antes do início da união estável por apenas uma das partes, mas conviveu com o casal por mais três anos após o início da união, seria objeto da custódia compartilhada, uma vez presumida a propriedade comum.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Art. 2º&lt;/strong&gt; Na dissolução de casamento ou de união estável, se não houver acordo quanto à custódia do animal de estimação de propriedade comum, o juiz determinará o compartilhamento da custódia e das despesas de manutenção do animal de forma equilibrada entre as partes, ressalvado o disposto no art. 3º desta Lei.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Parágrafo único.&lt;/strong&gt; Presume-se de propriedade comum o animal de estimação cujo tempo de vida tenha transcorrido majoritariamente na constância do casamento ou da união estável.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A lei também traz, no Art. 3º, algumas exceções importantes acerca dos cenários em que não será definida a custódia compartilhada do animal de estimação, sendo eles: (i) quando há histórico ou risco de violência doméstica e familiar; e (ii) quando há a ocorrência de maus-tratos contra o animal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a estipulação do tempo de convívio no compartilhamento da custódia, não há uma regra específica predeterminada, devendo-se levar em consideração o ambiente adequado de moradia, as condições de trato, de zelo, de sustento e disponibilidade de tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso haja renúncia ao compartilhamento da custódia, a parte que renunciar perderá a posse e a propriedade do animal de estimação, inexistindo quaisquer novas obrigações com ele a partir da data da renúncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, no cenário de descumprimento imotivados e reiterados dos temos da custódia compartilhada, a parte perderá definitivamente a posse e propriedade do animal, extinguindo a custódia compartilhada.&lt;/p&gt;
&lt;h2 id=despesas&gt;Despesas&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Explicadas as novas regras da custódia, em especial sobre o convívio com o animal, a Lei também trouxe importantes definições acerca da divisão dos gastos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Art. 2º, além de definir o compartilhamento da custódia, também determina o compartilhamento das despesas de manutenção do animal "de forma equilibrada", ou seja, não seria necessariamente uma divisão de 50% dos gastos para cada parte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda, visando trazer maior clareza em relação às obrigações de cada parte com as despesas, o Art. 4º, parágrafo único, dispõe que as despesas do dia a dia como comida e higiene são de responsabilidade da parte que estiver com o animal em sua companhia, enquanto as demais despesas como veterinário e medicamentos devem ser divididas igualmente entre as partes:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parágrafo único.&lt;/strong&gt; As despesas ordinárias de alimentação e de higiene incumbirão àquele que tiver o animal em sua companhia, e as demais despesas de manutenção, como as realizadas com consultas veterinárias, internações e medicamentos, serão divididas igualmente entre as partes.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Por fim, em caso de renúncia ou indeferimento da custódia compartilhada, aquele que não ficou com a custódia do animal não terá nenhuma obrigação financeira da data do indeferimento/renúncia em diante, afastando qualquer pretensão de eventual pedido análogo à pensão alimentícia.&lt;/p&gt;
&lt;h1 id=conclusao&gt;Conclusão&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Desse modo, com a vigência desta nova Lei Específica, as discussões sobre custódia e divisão de despesas dos animais de estimação, no cenário de dissolução de casamento ou união estável, ganham maior maior delimitação daquilo que pode e não pode acontecer quando não há acordo entre as partes da dissolução.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;O Bearblog não possui comentários, mas se quiser conversar sobre o assunto, fique a vontade para me contatar através do formulário abaixo:&lt;/p&gt;
&lt;script data-letterbirduser="gthoughts" data-subject="Re: Guarda compartilhada de animais de estimação" src="https://letterbird.co/embed/v1.js" &gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="previous-post" href="/sugestoes-de-bons-gerenciadores-de-senhas-e-suas-principais-funcoes-38" title="Sugestões de bons Gerenciadores de Senhas hospedados em nuvem e suas principais funções. #3/9"&gt;Previous&lt;/a&gt; |
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&lt;section class="footnotes"&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li id="fn-1"&gt;&lt;p&gt;TJSP;  Apelação Cível &lt;a href='https://esaj.tjsp.jus.br/cjsg/getArquivo.do?cdAcordao=20243390&amp;cdForo=0' target='_blank'&gt;1018478-85.2023.8.26.0405&lt;/a&gt;; Relator (a): Vianna Cotrim; Órgão Julgador: 26ª Câmara de Direito Privado; Foro de Osasco - 1ª Vara de Família e Sucessões; Data do Julgamento: 06/03/2026; Data de Registro: 06/03/2026&lt;a href="#fnref-1" class="footnote"&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li id="fn-2"&gt;&lt;p&gt;TJSP;  Apelação Cível &lt;a href='https://esaj.tjsp.jus.br/cjsg/getArquivo.do?cdAcordao=19461795&amp;cdForo=0' target='_blank'&gt;1033463-97.2023.8.26.0554&lt;/a&gt;; Relator (a): Fatima Cristina Ruppert Mazzo; Órgão Julgador: 4ª Câmara de Direito Privado; Foro de Santo André - 7ª Vara Cível; Data do Julgamento: 16/07/2025; Data de Registro: 16/07/2025&lt;a href="#fnref-2" class="footnote"&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/section&gt;
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    <title>Sonder</title>
    <updated>2026-04-13T11:17:00+00:00</updated>
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      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;A palavra &lt;a href='https://www.thedictionaryofobscuresorrows.com/concept/sonder'&gt;&lt;em&gt;sonder&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, do inglês, remete à reflexão de que os outros têm vidas tão complexas como a nossa. Todos têm histórias, emoções, diálogos internos, aspirações, vícios... assim como nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi este termo que conheci no outro dia enquanto vagueava pelo Bear, através de um &lt;a href='https://puppynet.work/sonder-and-thinking-about-the-interesting-lives-of-others/'&gt;post&lt;/a&gt; que ressoou em mim e colocou em palavras algo que sempre esteve presente nos meus pensamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O autor do post refere que gosta de se perder a imaginar as histórias e detalhes por detrás de cada pessoa que encontra: que hobbies terão, que planos farão, para onde se dirigem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mim fascina-me muito mais observar as ações, tentar entender as personalidades e maneirismos de cada um: o que levou aquela pessoa a tornar-se tão fria, porque é que aquela pessoa não sorri, aquela prefere ouvir em vez de falar, aquela outra não olha nos olhos de ninguém, já o João não pode ouvir uma musiquinha que começa logo a bater o pé junto com o seu ritmo... Qual terá sido o processo através do qual cada um se tornou quem é no presente.
Ponho-me a imaginar que dores terão, medos, paixões, um sem fim de pormenores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há uma certa beleza na complexidade da vida de cada um, no simples facto de termos a capacidade de nos apercebermos disso, a nossa capacidade de empatizar com os outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É fascinante pensar no culminar de destinos alheios, o trajeto que duas almas distintas travaram para se encontrarem justamente no ponto que as permitiu conhecerem-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meio destes pensamentos apercebi-me que a minha vida e a minha personalidade nunca me pareceram tão interessantes como as que observo a meu redor. Sinto que não tenho uma personalidade definida, não consigo delinear traços que me descrevam... Sinto que mudo consoante o ambiente e situação em que me encontro, que me contradigo constantemente.
Já tentei várias vezes comportar-me de acordo com quem acho que sou independentemente do que aconteça na minha vida e falhei em cada uma delas.
Fui então em busca de um termo que exprimisse isso mesmo e foi então que encontrei a palavra: &lt;a href='https://www.thedictionaryofobscuresorrows.com/concept/anoscetia'&gt;&lt;em&gt;anoscetia&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caí num chamado &lt;em&gt;rabbit hole&lt;/em&gt; através desta pesquisa: &lt;a href='https://www.thedictionaryofobscuresorrows.com/'&gt;&lt;strong&gt;The Dictionary of Obscure Sorrows&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Um dicionário repleto de palavras criadas para exprimir os mais profundos conceitos humanos, aconselho vivamente que visitem!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi uma manhã bem passada, tenho a certeza que farei mais posts relacionados a palavrinhas que vou encontrando neste dicionário maravilhoso.&lt;/p&gt;
</content>
    <link href="https://fragmentadamente.bearblog.dev/sonder/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-13T11:17:00+00:00</published>
  </entry>
  <entry>
    <id>https://logs.bearblog.dev/como-matar-um-blog/</id>
    <title>Como matar um blog</title>
    <updated>2026-04-09T21:03:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>logs</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Eu simplesmente adoro o blog do Robert Birming, ele sempre tem umas ideias e posts muito interessantes! E hoje me deparei com essa postagem dele, de &lt;a href='https://www.robertbirming.com/how-kill-blog/' target='_blank'&gt;como matar um blog&lt;/a&gt; e refleti bastante, porque eu fiz isso no passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já mencionei aqui que depois que vim para o Bear Blog, eu tenho criado muito mais postagens, sem intenção nenhuma de que aquela publicação vai ficar incrível e tal. E é esse sentimento que o Robert traz nesse post. A partir do momento que você começa a entrar em um nicho, você simplesmente mata seu blog. A reflexão dele me fez repensar muito nessa fase onde eu tentava me encaixar em algo que eu simplesmente não pertencia, só para seguir o que todo mundo tava fazendo. Eu deixei de ser eu o tempo todo e acabei com meu blog. Ainda tento recuperar ele hoje, mas parece que não faz mais sentido. Foi então que criei esse espaço, porque sinto que aqui eu vou ser eu mesma por completo, simplesmente jogando as palavras no ar e abrindo meu coração com experiências boas e ruins, sendo simplesmente uma humana qualquer, vivendo e apreciando a vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E como citei em outras publicações aqui está sendo tão incrível! Tá sendo tão bom encontrar posts sinceros sobre a vida, reflexões que te ajuda a pensar sobre suas escolhas e sobre diversas coisas que a vida pode nos proporcionar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico grata por encontrar o Bear e todos vocês! 💕&lt;/p&gt;
</content>
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    <published>2026-04-09T21:03:00+00:00</published>
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    <id>https://fragmentadamente.bearblog.dev/photo-dump-passeio-de-bicicleta/</id>
    <title>Photo Dump: Passeio de Bicicleta</title>
    <updated>2026-04-12T13:16:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>fragmentadamente</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Não há nada como um bom passeio de bicicleta num domingo! Hoje foram 65km de muitas subidas e descidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrei aquele que talvez seja o meu novo trilho favorito, sempre a descer em gravilha. Mortinho para repetir ✌🏻
&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="square-gallery"&gt;
   &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/fragmentadamente/image-4.webp"&gt;
   &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/fragmentadamente/image-5.webp"&gt;
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   &lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/fragmentadamente/image-1.webp"&gt;
&lt;/div&gt;
</content>
    <link href="https://fragmentadamente.bearblog.dev/photo-dump-passeio-de-bicicleta/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-12T13:16:00+00:00</published>
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    <id>https://mar-ilia.bearblog.dev/entrada-1-bem-vinda/</id>
    <title>Entrada 1: “Bem-vinda”</title>
    <updated>2026-04-13T21:33:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>mar-ilia</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Depois de dois meses no velho continente, meu computador finalmente voltou à vida, e ainda bem; embora goste muito de papel e caneta, tem certas coisas que só me fluem em tecla.&lt;br /&gt;
Planejei este diário por meses, pensei em frases que jurei lembrar (e esqueci), ensaiei publicar um livro antes mesmo de bater a primeira letra. Típico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto o vento parece querer arrancar minha casa do chão, tomo um café de duas horas atrás e penso que, há dois meses, exatamente dois meses, saí do Brasil. E acho graça de todas as mentiras que ouvi sobre o que me esperava por aqui, das que me contaram e, principalmente, das que eu mesma contei; eu não previ muita coisa, e errei o pouco que previ. Eu não previa me sentir em casa tão rapidamente, nem me descobrir uma pessoa comunicativa, e eu jamais, JAMAIS, imaginei me apaixonar — por uma pessoa e por uma cidade. E mesmo assim, sei de cor os horários de ônibus, falo pelos cotovelos em inglês, português e até espanhol (enquanto não me resolvo com o norueguês), e ando fascinada por Trondheim: sinto que toda essa cidade, em todos os seus mil e poucos anos, já me pertence um pouquinho, e me deixo pertencer a ela também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu pensava que sentiria uma saudade avassaladora de casa e que as interações seriam poucas e frias, mas a saudade não veio e as pessoas são doces… as únicas interações ruins que tive aqui foram com pessoas de outras partes da Europa, as que enxergam a América do Sul como uma grande massa disforme. Pensava que a vida amorosa seria um desastre (ou pior, celibato) e, bem, não poderia estar mais longe disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estar aqui é tranquilo, e não sei se me faço entender quando digo que parece mais real. Eu, finalmente, sou uma pessoa qualquer… e vou te contar que é bom sentir isso pela primeira vez depois de vinte e tantos anos. Esses dias, relendo pela quarta vez &lt;em&gt;O Livro dos Abraços&lt;/em&gt;, dei de cara com esse trecho de &lt;em&gt;Profissão de Fé&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;“Sim, sim, por mais machucado e fodido que a gente possa estar, sempre é possível encontrar contemporâneos em qualquer lugar do tempo e compatriotas em qualquer lugar do mundo.”&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class="right"&gt;  
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Galeano sabia das coisas...&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;  
&lt;p&gt;Enfim, agora são quase 23h e finalmente escureceu. Fiz janta brasileira para nós aqui da casa, fiz as pazes com o que restava da birra da semana passada e o resto do brigadeiro mais caro que já fiz na vida virou só memória. E as minhas noites na Noruega são de frio, amor e silêncio.&lt;/p&gt;
&lt;div class="right"&gt;  
&lt;p&gt;♥&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content>
    <link href="https://mar-ilia.bearblog.dev/entrada-1-bem-vinda/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-13T21:33:00+00:00</published>
  </entry>
  <entry>
    <id>https://ruadafeira.bearblog.dev/a-ia-fortalece-o-analogico/</id>
    <title>a IA fortalece o analógico?</title>
    <updated>2026-04-14T11:10:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>ruadafeira</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Li esse &lt;a href='https://www.streethunters.net/blog/2025/03/10/ai-gives-analogue-photography-a-new-breath-of-life/'&gt;artigo interessante&lt;/a&gt; do fotógrafo de rua Spyros Papaspyropoulos sobre como, na opinião dele, o avanço da IA pode enfraquecer a fotografia digital, porém, pode fortalecer a fotografia analógica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O argumento principal dele é que nos meios digitais a fotografia criada por IA está ficando cada vez mais indistinguível da fotografia tirada por humanos, apesar de que os exemplos que ele colocou no blog dele não eram muito convincentes, mas de fato a IA já evoluiu bastante nesse aspecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então ele pontua que no meio digital vai ficar cada vez mais difícil se comprovar autenticidade, visto que hoje em dia até a informação do EXIF pode ser manipulada. Enquanto que na fotografia analógica, a forma de provar a autenticidade é o negativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um ponto de vista interessante, não tinha parado pra pensar nisso, as pessoas aparentemente estão com um interesse renovado em fotografia analógica como forma de fugir da "perfeição" do digital e das gororobas cuspidas por IA. O laboratório que mandei meu primeiro rolo de filme tá demorando 20 dias úteis pra revelar, aparentemente a demanda está alta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vinyl também tá em alta na parte musical, eu inclusive curto muito ouvir as seleções do canal &lt;a href='https://www.youtube.com/@MyAnalogJournal'&gt;my analog journal&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente é um hobby caro, dá pra economizar um pouco se você revelar em casa, comprar filmes mais baratos e usar câmeras Half Frame pra dobrar a quantidade de fotos por filme.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;To ansioso pra ver como ficaram minhas primeiras fotos e também quero guardar os negativos para posteridade.&lt;/p&gt;
&lt;!-- Remover comentário caso precise adicionar uma imagem isolada
[![imagename](url)](url)

A descrição da imagem vai aqui, ela aparecerá no Fotolog
--&gt;
&lt;!-- Remover comentário caso precise criar uma galeria de fotos no post, a linha de Photo pode ser replicada e as imagens aparecerão em grade.
&lt;div class="gallery"&gt;
[![Photo](image-url.webp)](image-url.webp)
&lt;/div&gt;

--&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="mailto:mauricio.melo@tutanota.com?subject=Re:a IA fortalece o analógico?"&gt;Responda por E-mail📨&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href='https://bearblog.dev/discover/random-post/' target='_blank'&gt;Estou com sorte!🍀&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="previous-post" href="/combinacao-amaldicoada" title="Combinação Amaldiçoada"&gt;Previous&lt;/a&gt; &lt;a class="next-post" href="/exercicio-em-preto-e-branco" title="Exercício em preto e branco"&gt;Next&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</content>
    <link href="https://ruadafeira.bearblog.dev/a-ia-fortalece-o-analogico/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-14T11:10:00+00:00</published>
  </entry>
  <entry>
    <id>https://leozitoarts.bearblog.dev/o-obvio-precisa-ser-dito/</id>
    <title>O óbvio precisa ser dito</title>
    <updated>2026-04-14T02:33:00+00:00</updated>
    <author>
      <name>leozitoarts</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;Hola querido internauta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não entendo quando as pessoas te falam uma coisa para vc entender outra, falamos metade esperando que o outro entenda tudo, ou esperamos que interpretaram nossas falas da maneira que queiramos.
Mas isso não acontece, pois somos pessoas diferentes.
por isso devemos exercitar o ato de falar da maneira mais clara possível, dando o maximo de informações e nao abrindo margem para interpretações errôneas, isso obviamente quando se cabe, tipo instruções etc etc etc.
exemplo :&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Posso guardar na geladeira isso aqui?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Vou comer depois.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;tipo eu acabei de ter esse conversa que gerou uma leve discussão o e deu origem a esse post. Eu perguntei, mas ela não respondeu a minha pergunta, o depois pode ser daqui 2 minutos ou 5 horas, mas não tive um "sim" ou um "não", então eu perguntei denovo o que irritou tal pessoa.
Ela achou que respondendo que comeria depois ja daria a entender que não era pra eu guardar, eu interpretei o oposto, ja que comédia depois deveria ser guardado, mas achei melhor perguntar novamente antes de qualquer coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E isso acontece em muitos contextos diferentes o que abre portas para erros que podem ser inofensivos como desastrosos, ao trabalhar com a divulgação da campanha do agasalho e com o observatório ficou claro que qualquer coisinha pode deixar muitas duvidas alem de que as pessoas podem fazer coisas que não queremos.
Na hora de dar orientações por exemplo o melhor é usar o imperativo e afirmar, nao falar que pedimos para nao usar o celular, mas sim, não é permitido o uso do celular. Esse pequena mudança ja passa o que queremos apesar de parecer meio rude as vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ja conversei sobre isso uma vez com minha namorada, tipo quando vamos conversar e falar coisas temos que ser bem claros, principalmente por celular onde ficamos sem poder interpretar o tom de voz, gestos e a expressão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/leozitoarts/3f2bf256-31c7-40f1-91c3-9c97244f4eac.webp" alt="3f2bf256-31c7-40f1-91c3-9c97244f4eac" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso acho que tenho que melhorar isso tbm, ser mais claro.&lt;/p&gt;
&lt;h4 id=do-seu-viajante&gt;do seu viajante&lt;/h4&gt;&lt;h3 id=leozito&gt;Léozito&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://bear-images.sfo2.cdn.digitaloceanspaces.com/leozitoarts/3h466nmd5mm3eulcjwpuwprwp4dxavie.gif" alt="aa" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h1 id=comentarios&gt;Comentarios&lt;/h1&gt;&lt;div id="cusdis_thread"
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&gt;&lt;/div&gt;
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</content>
    <link href="https://leozitoarts.bearblog.dev/o-obvio-precisa-ser-dito/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-14T02:33:00+00:00</published>
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  <entry>
    <id>https://blogdoth.bearblog.dev/cinco-coisas-que-me-fazem-feliz/</id>
    <title>Cinco coisas que me fazem feliz</title>
    <updated>2026-04-16T22:03:36.564908+00:00</updated>
    <author>
      <name>blogdoth</name>
      <email>hidden</email>
    </author>
    <content type="html">&lt;p&gt;É difícil elencar 5 coisas que me fazem feliz, não por falta de itens para a lista, muito pelo contrário, o excesso é que me atrapalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas vamos ao top 5:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Tomar um vinho com a minha mulher enquanto assistimos algum filme;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Pizza de camarão feita pela minha sogra;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Dinheiro na minha conta;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Sair para comer fora com amigos;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;Ver gente sendo feliz. Eu adoro ver a felicidade alheia.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Como podem ver, sou um homem de gostos e habitos simples. Procuro viver minha vida com discrição e sobriedade.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Este blog não tem comentários, se quiser conversar comigo sobre este post &lt;a href="mailto:87thiagoandrade@gmail.com?subject=Re:%20Cinco coisas que me fazem feliz"&gt;me envie um e-mail&lt;/a&gt; ou &lt;a href="https://blogdoth.com.br/guestbook"&gt;deixe um recado no guestbook.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;hr /&gt;
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</content>
    <link href="https://blogdoth.bearblog.dev/cinco-coisas-que-me-fazem-feliz/" rel="alternate"/>
    <published>2026-04-16T22:03:36.564908+00:00</published>
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